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Por que algumas pessoas enriquecem e outras não, segundo Thiago Nigro

Segundo o especialista, o mais importante não é o patrimônio que cada investidor possui inicialmente, mas a estrutura lógica pela qual sua mente opera

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SÃO PAULO – O que diferencia as pessoas que enriquecem daquelas que permanecem pobres? Essa foi a questão que Thiago Nigro, o Primo Rico, se propôs a responder em live para mais de 100 mil pessoas no Instagram nesta quarta-feira (8).

A transmissão fez parte do Desafio dos 21 Dias, um treinamento de aulas diárias em que o especialista em investimentos se propõe a ensinar o passo a passo para a liberdade financeira. Clique aqui para participar de graça.

Segundo Nigro, há uma série de assimetrias no modelo de organização financeira dos “amadores” e dos “semi-profissionais”. O mais importante, explica, não é o patrimônio que cada um dos grupos possui inicialmente, mas a estrutura lógica pela qual sua mente opera.

“Se a pessoa estiver com dinheiro, mas for um amador, não importa quanto dinheiro tenha, ela vai regredir ao estágio de amador. Por isso, não adianta você ter dinheiro, você precisa ter conhecimento”, defende.

Os amadores, argumenta Nigro, recebem seu dinheiro na forma de salário e utilizam parte relevante dele para pagar dívidas de consumo. A fatia restante é destinada ao consumo imediato ou à assunção de novas dívidas. “É o que Robert Kiyosaki [autor do ‘Pai Rico, Pai Pobre’] chama do ciclo dos ratos”, afirma.

Os semi-profissionais, por sua vez, trabalham pela renda ou pelo lucro e buscam ambientes meritocráticos. Embora esses profissionais também vendam a sua hora, diz Nigro, eles têm um olhar global sobre os resultados da empresa em que trabalham.

“Você quer que a empresa e os outros cresçam, porque abre mais espaço para você crescer junto. Você olha para o que você ganha quase como se fosse uma distribuição de lucro da companhia. Por isso, eu chamo de renda”, ressalta.

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Resultado x Esforço

Para Nigro, o enriquecimento está mais ligado aos resultados que uma pessoa entrega do que ao esforço. E os resultados passam, necessariamente, por um ganho de escala. “A maior parte da lista da Forbes é composta por empresários, porque eles conseguem escalar”, afirma.

Outra assimetria no modelo de organização financeira entre os dois grupos diz respeito ao uso do dinheiro que não é gasto para o consumo. Segundo o Primo Rico, enquanto o amador poupa, o semi-profissional investe. “O pobre pega sementes e as deixa guardadas, mas tem o potencial desperdiçado. O rico planta as sementes o tempo todo”, diz.

O próprio fluxo do dinheiro na conta dos dois grupos passa por uma dinâmica diferente. “O segredo não é deixar para investir o que sobra depois de gastar. O segredo é deixar para gastar o que sobra depois de investir.”

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Dívida boa x Dívida ruim

Thiago Nigro explica que os amadores e os semi-profissionais também diferem quanto à natureza da dívida que fazem. Enquanto os primeiros criam dívidas majoritariamente para o consumo, os últimos destinam parte de seus recursos para dívidas de alavancagem – isto é, o investimento com o capital de terceiros.

“A dívida de consumo é uma dívida ruim, que vai te prejudicar aos poucos. Quando você pega uma dívida de alavancagem, você consegue crescer mais rápido. É claro que tem algumas regras para isso, e nós vamos aprofundá-las em uma próxima fase do desafio”, ressalta. “Warren Buffett cresceu assim, com capital de terceiros. Grandes companhias crescem com o capital de terceiros”.

O sucesso financeiro, segundo o especialista, também passa por uma série de comportamentos. “É a diferença entre a mente preparada e a mente despreparada. Os CEOs que conheço têm discernimento, tem ação. Os amadores não agem, apenas reagem”, compara.

De acordo com ele, o semi-profissional age com rapidez e intensidade, porque entende o erro como algo necessário — desde que, é claro, não o exponha ao risco da ruína financeira.

“Eu já vi gente dizendo que ficar rico é tudo questão de sorte. Mas olha só: se você jogar um dado uma vez e cair no 6, foi sorte. Se você jogar o dado mil vezes, não é mais sorte. Por isso, para o rico, é um processo”, diz.

Para Nigro, o amador vê o dinheiro como um fim em si, enquanto o semi-profissional entende o dinheiro como uma moeda de troca, um caminho para atingir outros objetivos, como o crescimento pessoal.

Como participar

A série de lives de Thiago Nigro no Instagram já atraiu mais de 150 mil pessoas ao mesmo tempo.

Depois de conquistar sua liberdade financeira aos 27 anos – e poder trabalhar apenas por opção – Nigro decidiu oferecer suas estratégias de empreendedorismo e investimentos para o maior número de pessoas possível.

O objetivo é que os participantes concluam todas as etapas do desafio, que dura 21 dias, preparados para conquistar sua liberdade financeira. Para ser avisado das lives 100% online e gratuitas, basta clicar aqui.