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SÃO PAULO – Os paulistanos que não contam com assistência médica particular contarão com um novo serviço oferecido pela Prefeitura da cidade. Acontece que a cidade aderiu à Política Nacional de Atenção às Urgências, de forma a atender 152 municípios, que receberão 800 ambulâncias a serem utilizadas no Sistema de Atendimento Móvel de Urgências (Samu), criado recentemente.
A Prefeitura da cidade entregou 50 novas ambulâncias, sendo que outras 12 foram compradas pelo Ministério da Saúde. Como ainda existem 31 carros antigos que serão reformados, a expectativa é de que até o final do ano as 93 ambulâncias estejam em plena atividade proporcionando o atendimento pré-hospitalar na cidade.
Segundo a prefeita da cidade, Marta Suplicy, o serviço de atendimento deverá entrar nos padrões internacionais até o ano que vem. Em meados de 2004, deverão existir 106 ambulâncias básicas e 26 equipadas com UTIs (Unidades de Terapia Intensiva). O Ministério da Saúde e a Prefeitura da cidade irão dividir os custos do serviço.
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Apenas casos de extrema urgência
Para se beneficiar do Samu, que funcionará em parceria com o Corpo de Bombeiros, os pedidos de socorro passarão antes por uma triagem na Central de Regulação de Urgências. O telefone da central é 192. A pessoa será atendida por uma equipe médica que irá antes analisar o caso e depois indicar o hospital que poderá receber o paciente.
É muito comum que na hora do desespero muitas pessoas sequer lembrem dos procedimentos que devem tomar para socorrer uma vítima de acidente. Para tanto, lembramos que o serviço 192 da Prefeitura atende aos seguintes casos: desmaios, quedas, traumas, fratura, dor no peito, problemas respiratórios, parto, atropelamentos, acidentes de trânsito menos graves. Vale lembrar que no caso de parto não há garantia de atendimento.
Já o Resgate dos Bombeiros, cujo telefone é 193, atende casos de acidentes de transito, atropelamento, queimaduras e quedas com fatura grave. Por último, vale destacar que as prioridades serão dadas a casos de extrema urgência, por isto a necessidade de se fazer a triagem no atendimento do Samu.