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SÃO PAULO – O número de atendimentos realizado pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) entre janeiro e junho deste ano foi 19,96% menor ao realizado no mesmo período do ano passado.
Nos primeiros seis meses de 2010, 24.054 pessoas procuraram a Superintendência, ao passo que, em 2009, este total foi de 30.052 pessoas.
As consultas relacionadas aos seguros foram a maioria, com 15.035 atendimentos. Em seguida, vieram os atendimentos diversos, que incluem andamento de processos, vistas de processos, outros assuntos e golpes, com 7.062 consultas, e nominadas (capitalização, corretora de seguro, resseguro, previdência privada, sociedade em regime especial), que responderam por 1.957 atendimentos.
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Na comparação entre o mês de junho deste ano e de 2009, o total de atendimentos também registrou queda, passando de 5.673 para 3.565 no período, uma diferença de 37,16%, sendo que a categoria seguros registrou retração de 32,12% no total de atendimentos.
Seguros
Ainda no que diz respeito ao setor de seguros, no primeiro semestre do ano, o DPVAT foi responsável pela maior parte dos atendimentos, com 56,2% de participação, seguido pelo seguro de automóvel (18,5%) e pelo seguro de vida (11,1%).
Em relação ao ano passado, o DPVAT e o seguro de de vida registraram retração no número de atendimentos, já que entre janeiro e junho de 2009 foram apuradas 9.466 consultas sobre DPVAT e 2042 sobre seguro de vida, enquanto que neste ano foram registradas 8449 e 1663, respectivamente.
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Os atendimentos sobre golpes também tiveram retração no período analisado, de 42,99%. Os números de atendimentos sobre seguro de automóvel e previdência privada, por outro lado, cresceram, saindo de 2199 para 2782 e de 781 para 902 registros, nesta ordem.
Tipo de atendimento
No primeiro semestre, o principal meio de atendimento utilizado pelo consumidor foi o telefone, com 67,1%. A internet veio em segundo lugar (24,1%), seguida pelos atendimentos feitos em agências (4,8%) e por carta (4%).
Na comparação com os primeiros seis meses de 2009, o número de atendimentos pela internet subiu 21,92%, ao passo que o uso do telefone e o atendimento feito pessoalmente e por carta carta caíram 25,37%, 28,69% e 53,05%, nesta ordem.