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SÃO PAULO – Depois de 79 mil atendimentos pessoais e outros 20 mil por telefone, o Metrô de São Paulo, através da Central de Achados e Perdidos, conseguiu devolver 7.051 itens a seus respectivos donos em 2005.
Esse número representa 37% de tudo o que a central recebeu de funcionários e passageiros que acabam encontrando esses objetos em estações, acessos, terminais urbanos e nos trens.
Há duas Centrais de Achados e Perdidos na cidade: uma na Estação Sé e outra na Estação Largo Treze, em Santo Amaro.
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Curiosidades: de identidade a próteses dentárias
A carteira de identidade (RG) é o campeão de objetos perdidos. Em 2005, 12.792 acabaram em alguma dependência do Metrô. Mas dentre as perdas, há televisores, óculos, guarda-chuvas, além de roupas e carteiras, e até mesmo próteses dentárias.
Dinheiro também é freqüentemente encontrado. Só em fevereiro do ano passado, foram devolvidos R$ 282,00; em julho, outros R$ 213,50 e em agosto um passageiro recebeu os R$ 204,75 que havia perdido, enquanto um outro recuperou R$ 216,95.
Regras para reaver objeto perdido
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Segundo a Central de Informações do Metrô, a consulta de objetos e documentos localizados pode ser realizada pelo telefone (11) 3286-0111, de segunda a sexta-feira, das 7h às 19h; e aos sábados, das 9h às 15h.
O telefone não está à disposição aos feriados, mas para o caso específico de documentos, o site do Metrô também pode ser consultado.
Já o atendimento pessoal ocorre entre 8h e 18h na Estação Sé, e das 8h às 17h no Largo Treze, sempre de segunda a sexta-feira, com exceção dos feriados.
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Todo o objeto encontrado é disponibilizado por 60 dias. Se o esquecido não recorrer ao Metrô neste período, os objetos, quando em bom estado, e os valores não devolvidos são encaminhados ao Fundo Social de Solidariedade do Estado de São Paulo (Fussesp); enquanto os documentos são enviados aos órgãos emissores.
Precaução
Os passageiros podem evitar esse tipo de transtorno se ficarem mais atentos às bolsas e objetos que levam, e certificarem-se de que seus pertences ainda estão sob sua posse antes do desembarque.
“É importante que os objetos tenham algum tipo de identificação, o que facilitará a localização do proprietário e sua devolução pela Central de Achados e Perdidos”, recomenda o Metrô.
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E essas ocorrências podem crescer ainda mais com o projeto Turismetrô, uma iniciativa da prefeitura de São Paulo, em parceria com o governo do Estado, que utiliza o Metrô como forma de conhecer os pontos históricos da cidades, novidade que deve aumentar o fluxo de passageiros.