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Melhor assessoria de 2021, Blue3 mira IPO

Escritório de agente autônomo da XP também aguarda autorização para abrir corretora

Por  MoneyLab -

Blue3 Investimentos, escritório que em 12 anos de vida viu a sala de 30m² se transformar em 13 unidades nas principais cidades do país, tem planos ousados para os próximos cinco anos. Quer abrir capital, chegar a R$ 100 bilhões sob custódia, dobrar o número de unidades e atuar como corretora.

Tudo isto mantendo o “jeitinho do interior” que marca seu atendimento, considerado pelo sócio fundador Wagner Vieira o ponto alto no modelo adotado que gera proximidade e confiança nos clientes. A Blue3 foi considerada o melhor escritório de investimentos do Brasil pela XP Award 2021.

O que sustenta os planos de médio prazo da Blue3 é a consistência no crescimento da operação nos últimos anos e a permanência recorrente entre as melhores assessorias de investimento.

“Tem poucos escritórios hoje na rede que sobreviveram às mudanças no mercado e permaneceram relevantes. Nós conseguimos perceber as novas demandas e nos adaptar”, comenta Vieira.

O escritório, criado em Franca (SP) e que hoje está presente em grandes capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Goiânia, já figurou 10 vezes no ranking G20 da XP. Está entre os maiores NPS da categoria, de 94,5, o que reflete a qualidade do atendimento percebida pelo cliente. A mesa de renda variável é a melhor, segundo escolha da XP, entre os escritórios vinculados à plataforma.

O ponto de virada na operação, destaca Wagner Vieira, foi ter abraçado rapidamente a proposta de atuar como shopping financeiro, ampliando a gama de produtos e serviços oferecidos.

“Isto foi entre 2011 e 2012 quando a XP trouxe o modelo para o Brasil. Na época, ganhávamos meio por cento da operação por dia, tabela Bovespa, e passamos a ganhar 0,10% ao ano incluindo produtos como LCI, LCA e outros. Fizemos um sacrifício no D0 e ficamos dois anos sem lucrar, mas acreditávamos na proposta e deu resultado”, relembra o sócio fundador.

O crescimento da operação vem ganhando outro ritmo nos últimos anos. Em 2020, mesmo com pandemia, a Blue3 triplicou o volume sob gestão, para R$ 8 bilhões, número que já alcança R$ 11 bilhões de recursos alocados por 17 mil clientes.

“Desde o começo nosso atendimento é próximo do cliente, olho no olho como pedem as relações no interior, e isto faz a diferença. Na crise, procuramos os clientes e mostramos oportunidades surgindo, explicamos que não era interessante resgatar e o resultado é este”, explica Vieira.

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Outro fator que também contribuiu para o crescimento foram as contratações de gerentes de bancos. O modelo de atendimento personalizado, aliado a uma estrutura de inteligência única de suporte, são alguns dos diferenciais que atraem esses profissionais. Só este ano, a Blue3 contratou 150 gerentes, chegando a 550 colaboradores nos escritórios.

“É um profissional que conhece o cliente, seu perfil e quando vem acaba trazendo uma parte da carteira, entre 20% e 30% ao longo do tempo, o que nos ajuda a acelerar o ritmo de expansão.” A captação líquida mensal no escritório está em torno de R$ 600 milhões e pode fechar o ano perto de R$ 1 bilhão.

O tíquete médio do cliente da Blue3 gira em torno de R$ 600 mil. O público-alvo, conforme explica o sócio, é a partir de R$ 100 mil até R$ 10 milhões, que é também o foco da XP.

“A partir deste valor, o cliente é bem atendido em áreas privates dos grandes bancos, mas abaixo ele fica perdido, solto na estrutura e com atendimento impessoal”, diz Vieira, acrescentando que o espaço para crescer é enorme até pelo valor ainda alto na renda fixa.

Também ajudará nos planos da empresa a parceria feita com a XP que entrará com 49,9% de participação na sociedade para a constituição de uma nova corretora.

“Hoje, a gente já abre mil contas por mês. Dá para dizer que somos a XP de 2015, com números parecidos com a operação naquela época. Vamos trabalhar duro e sonhar alto, mas sem perder o jeitinho do interior que nos aproxima dos clientes.”

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