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‘Me apeguei ao seguro de vida para ter tranquilidade ao fazer cirurgia’, diz gerente

A gerente de atendimento Gizele Araujo acionou a cobertura DIH, que paga diária por internação hospitalar, após passar por cirurgia cardíaca

Vitor Oliveira

Conteúdo MAG Seguros

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Era 6 de julho e a gerente de atendimento Gizele Araújo, 40 anos, acordou como em qualquer outro dia. Foi para a academia, trabalhou normalmente e frequentou um evento na igreja. Na volta para casa, porém, começou a sentir “sensações estranhas”. 

“Comecei a sentir meu batimento aumentando muito. Fui tentando ver se eu acalmava, ficava quietinha para esse batimento voltar ao normal, mas ele não regularizou”, conta.

Já no pronto-socorro, a triagem e o corre-corre da equipe médica indicaram a gravidade da situação. 

“Passou um filme na minha cabeça, porque a minha filha estava em viagem. Também lembrei do meu pai, porque ele passou por um episódio muito parecido”, conta. 

Já na UTI, após passar a noite em observação, o médico veio conversar e deu o diagnóstico: ataque supraventricular, popularmente conhecido como ataque cardíaco.

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Gizele Araújo durante entrevista ao quadro “Construindo Futuros”, da MAG Seguros. (Foto: Reprodução/YouTube)

Ela precisaria passar por uma ablação cardíaca, um procedimento invasivo no centro cirúrgico. 

Gizele conta que conta que entrou no centro cirúrgico, fechou os olhos e fez uma oração, porque não teria a oportunidade de conversar nem de ver a filha antes do procedimento. Também a abalou muito saber que não poderia tê-la por perto para dar um abraço e que aquele poderia ser o último momento em que estaria ali.

“Foi nesse momento que eu me apeguei ao seguro de vida para poder ter tranquilidade para ir ao centro cirúrgico, sabendo que a minha família estaria bem assistida.”

Gizele acredita que o seguro de vida traz segurança para boas decisões. Foi o que a ajudou a optar por fazer o procedimento cirúrgico, sabendo que a família ficaria confortável financeiramente caso acontece algo.

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Segurança para as boas decisões

“A minha mãe é uma das minhas melhores amigas. Foi um pouco assustador pensar que talvez ela não estivesse aqui e que eu teria que me virar, porque eu dependo muito dela. Mas, graças a Deus, não aconteceu nada pior”, diz Giovanna Brito, filha de Gizele. 

Atuando há mais de 20 anos no mercado segurador, a gerente transitava de carreira quando o episódio ocorreu. Meses antes, graças à orientação do corretor, migrou para um plano complementar de seguros.

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Gizele usou a modalidade DIH (Diária por Internação Hospitalar), que paga um valor diário fixo à segurada durante os períodos de internação em hospital, independentemente de outros custos médicos. 

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A cobertura garantiu suporte financeiro para os dias de observação e o procedimento de ablação cardíaca. 

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Para as pessoas que não têm um seguro de vida, Gizele sugere que a decisão seja repensada. E a lição que leva para si, é viver cada dia de forma única. 

“Meu pai falava que você vive aquilo que você escolhe. Foi a escolha de me proteger que salvou a minha história.”

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