Mais da metade dos analgésicos vendidos é para mulheres

Elas compram mais remédios do que eles: proporção aos de combate à dor é de 60% para o público feminino

Publicidade

SÃO PAULO – Mulheres compram mais remédios do que homens, principalmente aqueles de controle da dor. O dado consta em pesquisa divulgada nesta semana pela Inestra, do Grupo Ibope, que analisou mais de dois milhões de prescrições médicas em 120 cidades brasileiras.

Conforme o levantamento, a procura por medicamentos de combate à gripe, resfriado, tosse, febre e dor de garganta é de 56% delas e 44% deles. Quando o assunto são analgésicos, elas respondem por 60% das compras e ainda são maioria em vitaminas e suplementos alimentares (51%).

Na rede

Além disso, a audiência dos sites sobre saúde na internet residencial também é dominada por elas. Segundo os dados, a procura por endereços eletrônicos do tipo cresceu de 2 milhões de usuários únicos em outubro de 2005 para cerca de 2,4 milhões no mesmo mês de 2006 – uma evolução de aproximadamente 20% no período de um ano.

Nesse mesmo intervalo de tempo, o grupo de mulheres internautas com 45 anos ou mais aumentou 31% – mais do que a média. Essas usuárias brasileiras têm procurado mais informações sobre o assunto em homepages de revistas femininas do que em sites especializados.

Mas quando recorrem a endereços específicos, a principal busca é sobre informações de dietas, medicamentos genéricos, doenças e pediatria.