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SÃO PAULO – A liberdade de escolha caiu no gosto da população. A participação dos veículos flexíveis (que rodam com álcool ou gasolina) sobre o total de vendas de carros não pára de subir. Analistas do setor garantem que os bicombustíveis chegarão a até 85% das vendas totais.
Mas apenas no último mês de novembro, o percentual de participação dos flex já atingiu 81,4%, maior média desde que os modelos começaram a ser comercializados no Brasil, em março de 2003.
Economia na hora de abastecer
Já em maio do ano passado, apenas 2 anos e 2 meses depois depois do lançamento, o total de automóveis bicombustíveis comercializados no mês superou o montante de carros movidos à gasolina.
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E o motivo para tanto sucesso é um só: a economia proporcionada na hora de abastecer. Isso porque os donos de veículos flex podem escolher entre o álcool e a gasolina, de acordo com o preço do litro dos combustíveis, sem comprometer o bom desempenho do carro.
Para decidir entre um combustível é outro, o cálculo é simples. Ao chegar no posto de gasolina, compare o preço do álcool e da gasolina e divida o valor do primeiro pelo segundo. Se o resultado for igual ou menor que 0,7, a opção é álcool na certa. Caso contrário, fique com a gasolina.
Portanto, pesquise, calcule e desconfie… preços muito abaixo da média podem significar adulteração no combustível e, no final, a tentativa de economia pode ir por água abaixo!