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SÃO PAULO – A Suprema Corte do Japão rejeitou pedido de indenização feito por parentes de vítimas de atrocidades cometidas pelo governo japonês em solo chinês nas décadas de 30 e 40.
A indenização incluía o uso de armas biológicas e um massacre praticado na cidade de Najing.
Pedido rejeitado
O tribunal japonês manteve decisões de cortes inferiores, que rejeitaram os pedidos. Os chineses parentes das vítimas formam um grupo de 198 pessoas, que reivindicam US$ 16 milhões pelas mortes ocorridas na província de Fujian.
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Das 198 pessoas, dez são sobreviventes do massacre. A ação colocava a culpa dos massacres na chamada Unidade 731 do Exército Imperial, encarregada de usar armas biológicas contra a China.
A Unidade 731 teria matado 250 mil pessoas em experimentos químicos, segundo historiadores.