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SÃO PAULO – O INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) está testando um processo de identificação e autenticação biométrica (pela impressão digital) dos segurados que comparecem nas APS (Agência da Previdência Social) para a realização de diversas operações financeiras.
O projeto piloto entra na terceira fase, na segunda quinzena deste mês, em Brasília, e deve durar 60 dias. A primeira e a segunda fase foram realizadas em São Paulo e Curitiba, no ano passado.
Análise
De acordo com a Previdência Social, o objetivo principal dos testes é estudar os efeitos e o aproveitamento dos conhecimentos iniciais para a implantação de um modelo de identificação e autenticação de segurados por meio da coleta biométrica.
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Também foi incluída no projeto piloto uma análise do tempo de atendimento dos segurados que passam por esse tipo de identificação.
Além disso, serão avaliadas a efetividade na prevenção de fraudes na obtenção de benefícios, a receptividade dos médicos-peritos e servidores administrativos, além da repercussão nos beneficiados do INSS e os custos e benefícios da implantação de um projeto que contemple todas as unidades do instituto.
Para implantar o sistema, o INSS terá o apoio do INI/DPF (Instituto Nacional de Identificação da Polícia Federal), da Dataprev (Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social) e das empresas fornecedoras de software de tratamento biométrico e de hardware para coleta biométrica.