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SÃO PAULO – Em 27 de junho, foi criado o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), por meio de decreto assinado pelo então presidente Fernando Collor de Melo. Passadas duas décadas, qual a situação da autarquia?
“Um dos grandes desafios é a ampliação dos serviços no sentido de atender melhor nossos assegurados”, disse na quinta-feira (30) o presidente do INSS, Valdir Moysés Simão, durante a solenidade que marcou os 20 anos do instituto, segundo a Agência Brasil.
O desafio continua, mesmo com a implementação do agendamento eletrônico, que permitiu aos segurados serem atendidos com dia e hora marcados. A cada mês, mais de cinco milhões de pessoas ligam para a Central 135 para agendar atendimento nas agências. Isso significa mais de 250 mil chamadas diárias.
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Em dezembro de 2005, a média nacional nas filas era de 82 pessoas. Em dezembro de 2006, após a mudança, já havia caído para 24 e, um ano depois, em dezembro de 2007, estava em apenas 14 segurados. Uma redução de 83%.
Mais agências
Nesses 20 anos, o INSS ainda detectou um problema de atendimento presencial dos assegurados, tendo em vista que alguns tinham de mudar de cidade para chegar a uma unidade.
Em 2008, foram mapeadas as cidades com mais de 20 mil habitantes e definiu-se a construção de 720 novas agências, para atender uma população estimada de 30,8 milhões de pessoas.
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Para o próximo semestre deste ano, estão previstas as conclusões de 145 novas unidades que estão com as obras em fase de conclusão. Além dessas, mais 167 estão em execução e 101, com licitação já publicada.
As novas agências estão divididas em 339 para o Nordeste, 172 para o Sudeste, 104 para o Norte, 76 para o Sul e 29 para o Centro-Oeste.