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SÃO PAULO – O volume de benefícios da Previdência Social que ficaram represados por menos de um ano diminuíram 22% em junho deste ano, na comparação com o mês anterior – o que representa 106,6 mil pagamentos retidos a menos.
Já os benefícios represados por mais de 365 dias também tiveram uma redução entre maio e junho de 5,4%. Isso significa que mais de mil pagamentos em atraso foram liberados pelas Agências da Previdência Social (APS) no período.
Regiões
As maiores reduções de represamento foram constatadas nas regiões Sul e Sudeste do País. As 24 Gerências Executivas do INSS no Estado de São Paulo registraram o menor índice de redução: 18,4%. Mesmo assim, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo alcançaram 25,6% na média, enquanto Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina apresentaram redução de 26,8% no volume de represados.
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Na terceira colocação aparecem os estados da Região Nordeste (23,5%) e Norte (19,6%). Na situação de desrepresamento de benefícios com mais de 365 dias, entre maio e junho houve uma queda no volume nas regiões Sul, Sudeste e Centro Oeste, e alta no Norte e Nordeste do País.
Regras previdenciárias
Segundo a legislação da Previdência, quando os pagamentos de parcelas referentes a benefícios estão em atraso por responsabilidade da Previdência Social, os valores são pagos com correção monetária do período devido até a data efetiva de pagamento.
Em junho, a Previdência pagou 61,2 mil benefícios concedidos com prazos superiores a 45 dias, corrigidos monetariamente, no valor de R$ 7,2 milhões. O valor é 7,5% menor que o de maio.