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SÃO PAULO – O Indicador Serasa de Inadimplência apontou os dados da inadimplência total, isto é, de pessoa física e jurídica, referente ao período acumulado de janeiro a agosto de 2003. De acordo com o estudo, houve o aumento da inadimplência da ordem de 4,2% na comparação com os oito primeiros meses de 2002, que registrou crescimento de 22% em relação a igual período em 2001.
Nota-se, portanto, no estudo, que apesar de inadimplência ainda se manter em alta no acumulado do ano até agosto, houve uma expressiva queda no seu ritmo de crescimento, sobretudo se considerada uma base elevada na relação 2002/2001.
Cheques sem fundos têm maior representatividade
Em termos de representatividade, os cheques sem fundos aparecem em primeiro lugar, apesar de terem registrado queda na participação em relação a anos anteriores. No mês passado, os cheques devolvidos tinham 36% de participação no indicador. Em agosto de 2002, a participação era de 38%, e, em 2001, de 43%.
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Os cartões de crédito e financeiras estão em segundo lugar no que se refere à participação no indicador. No mês passado, eles representavam 31% do indicador, a mesma participação verificada em igual período de 2002, porém superior à participação registrada em agosto de 2001, de 26%.
A terceira maior participação no indicador se refere aos registros no sistema financeiro, os bancos: 27% em agosto de 2003; 25% no mesmo mês em 2002; e 23% em agosto de 2001. Por último, os títulos protestados ficam com a menor participação no indicador, de 7% em 2003, mesma participação de 2002, e 9% em 2001.
O estudo indicou ainda os valores médios das anotações negativas em agosto referentes à inadimplência total, isto é, somada a inadimplência de pessoa física e jurídica: cheques sem fundos, R$ 680; títulos protestados, R$ 935; registros no sistema financeiro, R$ 1.965; e registros de outros segmentos (cartões de crédito e financeiras), R$ 312.