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SÃO PAULO – A taxa de inadimplência dos consumidores brasileiros cresceu 2,4% no sétimo mês deste ano, na comparação com junho, revela o “Indicador Serasa de Inadimplência Pessoa Física” divulgado nesta quinta-feira (16). Frente ao resultado de julho de 2006, houve queda de 2,7% na inadimplência.
De acordo com os técnicos da entidade, o aumento na inadimplência na comparação mensal decorre do fato de julho ter tido mais dias úteis do que o mês anterior. Já a queda em relação ao sétimo mês do ano passado decorre do fato de 2006 ter sido um ano de inadimplência alta, representando uma elevada base de comparação.
Acumulado do ano
No acumulado dos sete primeiros meses do ano, a inadimplência dos consumidores apresentou uma redução de 1,7%, em relação ao mesmo período de 2006.
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E segundo a Serasa, as dívidas com os bancos permaneceram em primeiro lugar no ranking de representatividade: de janeiro a julho, a participação desta categoria foi de 38,3% do total de vencimentos não pagos. Em 2006, este percentual era de 31,8%.
Já os débitos com cartões de crédito e financeiras ficaram com a segunda posição e 30,9% de participação, pouco menos que os 32,5% dos sete primeiros meses de 2006.
Cheque sem fundos e protestos
Os cheques sem fundos, por sua vez, ficaram em terceiro lugar na representatividade das dívidas, com 28,2% do total. De janeiro a julho do ano passado, a participação era de 32,8%.
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Por último e com menor impacto no indicador aparecem os títulos protestados, cujo peso na inadimplência nos sete primeiros meses do ano, de 2,6%, foi inferior ao do mesmo período de 2006 (2,9%).