Inadimplência do consumidor registra queda e fecha junho em 7,8%

Dado é comparativo a maio. Na comparação com junho de 2011, houve aumento de 1,4 p.p., segundo dados do BC
Ilustração mostra casal endividado
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SÃO PAULO – A inadimplência dos consumidores registrou queda no sexto mês do ano, na comparação com maio de 2012, atingindo 7,8% do total das operações. Na comparação com junho de 2011, houve aumento de 1,4 ponto percentual, já que na época chegou a 6,4%.

De acordo com os dados da Nota de Política Monetária e Operações de Crédito, divulgada pelo Banco Central nesta quinta-feira (26), as dívidas vencidas de 15 a 90 dias representaram 6,4% das operações, índice que apresentou queda de 0,2 p.p em relação ao mês anterior e ficou 0,1 ponto percentual maior na comparação com junho do ano passado.

Modalidades
Dentre as modalidades analisadas pelo Banco Central, a inadimplência com cheque especial registrou o maior aumento, de 0,3 ponto percentual, ficando em 11,6%

Em junho, a inadimplência com aquisição de bens (outros) ficou em 14,1%, ao subir 0,2 ponto percentual em relação a maio. Já a inadimplência com a aquisição de bens (veículos) encerrou menor em 6,0%, alta de 0,2 ponto percentual, se comparada ao mês anterior.

No caso da inadimplência com crédito pessoal, houve estabilidade no período, mantendo o resultado de 5,7%.

Na tabela abaixo, é possível avaliar as taxas de dívidas vencidas entre 15 e 90 dias e de inadimplência (considerada acima de 90 dias de atraso) das modalidades em junho de 2012 e o mesmo mês do ano anterior. Vale lembrar que os dados são preliminares:

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  Junho de 2011 Junho de 2012
Operação Até 90 dias Mais de 90 dias Total Até 90 dias Mais de 90 dias Total
Cheque especial 4,4% 8,5% 12,9% 4,7% 11,6% 16,3%
Crédito pessoal 4,5% 4,7% 9,2% 4,8% 5,7% 10,5%
Aquisição de Veículos 7,8% 3,8% 11,4% 8,0% 6,0% 14%
Aquisição de bens (outros) 8,4% 13,2% 21,1% 8,2% 14,1% 22,3%
Total 6,3% 6,4% 12,7% 6,4% 7,8% 14,2%

                                                                                                 Fonte: Banco Central