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SÃO PAULO – A taxa de inadimplência do cheque recuou 3,8% em janeiro último na comparação com dezembro do ano passado, mas avançou 13,3% em relação ao mesmo período de 2005, segundo levantamento da Serasa divulgado nesta quinta-feira, dia 23.
Cheques sem fundos se destacam novamente
Os cheques sem fundos continuaram com a maior representatividade no indicador de inadimplência nacional. Em janeiro, a participação desta categoria foi de 33,4% do total de vencimentos não pagos, o mesmo percentual verificado no mesmo mês do ano passado.
Já as dívidas não quitadas com cartões de crédito e financeiras respondem por 32,4% do indicador uma queda frente a janeiro de 2005, quando respondiam por 34,8%.
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A terceira maior representatividade na inadimplência no primeiro mês do ano coube às dívidas com bancos, que ficaram com 31,3% do total. Um ano antes, esta parcela era de 29,1%.
Com menor impacto no indicador aparecem os títulos protestados, cuja participação na inadimplência em janeiro de 2006 foi de 2,9%. No mesmo mês de 2005, os protestos tiveram um peso de 2,7%.
Maioria das dívidas é de valor mais reduzido
As dívidas com o sistema financeiro apresentam os maiores valores médios entre as diversas modalidades: R$ 1.117,60. Na seqüência, aparecem os títulos protestados, com quantia média de R$ 797,67.
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Finalmente, o valor médio dos cheques atrasados foi de R$ 550,54 em janeiro, enquanto o registro médio em outros segmentos, o que inclui o cartão de crédito e as financeiras, foi de R$ 299,23.