Inadimplência cresceu 1% em agosto

Dado é comparativo a julho deste ano; no acumulado do ano, o número de registros de inadimplentes teve baixa 0,9%
Casal calcula as despesas de casa
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SÃO PAULO – O número de registro de inadimplentes registrou crescimento de 1% em agosto, na comparação com julho. É o que revela um levantamento da Boa Vista Serviços, administradora do SCPC, divulgado nesta terça-feira (10).

No acumulado do ano, o indicador teve baixa de 0,9%, na comparação com o mesmo período do ano passado.. Já na comparação dos últimos 12 meses (set/12 a ago/13) com os 12 anteriores (set/11 a ago/12), o indicador recuou 0,2%.

O estudo explica que ao longo do primeiro semestre do ano, os registros de inadimplência mantiveram uma tendência de queda iniciada no final de 2012. Embora, os dados dos meses iniciais do segundo semestre apontam para uma desaceleração dessa tendência. “Isso pode ser justificado pelo arrefecimento dos impactos das melhores condições de crédito na economia brasileira e do mercado de trabalho.”

O valor médio das dívidas incluídas em agosto foi de R$ 1.238, sendo 3,23% menor que o vislumbrado em julho após a realização de ajustes de sazonalidade e inflação.

Regiões
Entre as regiões, os dados indicam que o Centro-Oeste e Sul foram as que mais avançaram contra julho – respectivamente 2,6% e 2,2%, – apurados os efeitos sazonais. A região Sudeste expandiu 1,1%, na mesma base de comparação.

Ao confrontar o acumulado dos últimos 12 meses ao período equivalente de 2012, os resultados foram diversos entre as regiões, com reduções no Sudeste (-1,5%) e Sul (-1,1%) e elevações no Nordeste (3,9%) e Norte (1,8%).

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Varejo
Quando considerado apenas o setor de varejo, o indicador de abrangência nacional de agosto apresentou um avanço de 3,6% contra julho, retirados os efeitos sazonais. No acumulado de janeiro a agosto, a inadimplência no varejo aumentou 1,5%. Observando-se o período de 12 meses o resultado foi uma expansão de 0,7% em relação ao mesmo período do ano anterior, impulsionado principalmente pelas regiões Sudeste (2,1%) e Sul (1,1%).