Nos últimos anos, a holding familiar passou a ocupar espaço nas conversas sobre investimentos, planejamento patrimonial e sucessão. O aumento do interesse fez com que o tema ganhasse destaque nas redes sociais e até se tornasse uma das estratégias mais comentadas entre empresários e investidores. Mas existe um ponto que costuma ficar de fora dessas discussões: afinal, quando uma holding realmente vale a pena?
Embora a estrutura possa oferecer benefícios importantes, especialistas destacam que ela não é indicada para todas as famílias. A decisão depende de fatores como o tamanho e a composição do patrimônio, os objetivos dos herdeiros, os custos de manutenção da empresa e até das mudanças trazidas pela reforma tributária.
É justamente para esclarecer esses pontos que o InfoMoney promove a masterclass gratuita “Holding: Entenda o jogo antes de entrar”, apresentada por Luiza Jacob, advogada de Wealth Planning da XP. A aula mostra quais critérios considerar antes da criação de uma holding e por que essa decisão precisa ter como base o planejamento, e não apenas a promessa de economia de impostos.
Quando a holding familiar pode fazer sentido?
De forma geral, uma holding familiar costuma ser considerada quando existe um patrimônio relevante a ser administrado ao longo do tempo. Imóveis, participações em empresas e outros ativos podem ser reunidos em uma única estrutura, facilitando a gestão e, em alguns casos, o processo de sucessão.
Além disso, dependendo da situação, a holding pode contribuir para uma organização patrimonial mais eficiente, reduzir conflitos entre herdeiros e simplificar a administração dos bens. Em determinadas circunstâncias, também pode haver ganhos tributários, embora esse nunca deva ser o único motivo para sua criação.
Por outro lado, manter uma holding envolve despesas com constituição, contabilidade, obrigações fiscais e administração. Por isso, criar a estrutura apenas porque ela está em evidência ou porque alguém afirmou que “sempre vale a pena” pode acabar gerando custos desnecessários.
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Cada família tem uma realidade diferente
Não existe um patrimônio mínimo que determine o momento de criação de uma holding. A avaliação, portanto, depende do perfil da família, da quantidade de bens, dos objetivos de longo prazo e da forma como o patrimônio está distribuído.
É justamente essa análise personalizada que a masterclass propõe apresentar. Durante a aula, Luiza Jacob explica como profissionais de Wealth Planning avaliam cada caso antes de recomendar, ou não, a constituição de uma holding familiar.
Entre os assuntos abordados estão:
- como funciona uma holding familiar na prática;
- em quais situações ela costuma ser indicada;
- os impactos da reforma tributária sobre esse tipo de estrutura;
- como analisar tributação, sucessão, liquidez e proteção patrimonial antes da decisão.
A masterclass é gratuita e reúne os principais pontos que devem passar por avaliaçao antes de criar uma holding. Clique aqui para fazer sua inscrição.
O erro é acreditar que existe uma fórmula pronta
Um dos principais alertas dos especialistas é que a holding não é uma solução universal. Em alguns casos, ela representa uma ferramenta importante para organizar o patrimônio familiar; em outros, pode não trazer benefícios suficientes para compensar os custos envolvidos.
Por isso, antes de tomar qualquer decisão, o mais importante é entender quais objetivos a família pretende alcançar e como a estrutura se encaixa nesse planejamento.
Na masterclass, Luiza Jacob mostra justamente como fazer essa análise e apresenta os critérios utilizados no Wealth Planning para avaliar cada situação de forma individual.
Antes de decidir criar uma holding, conheça os aspectos que realmente devem entrar nessa conta. Garanta gratuitamente seu acesso à masterclass “Holding: Entenda o jogo antes de entrar”.