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3 riscos que você irá correr se comprar um Samsung Galaxy Fold

Se você quer ter o celular mais caro da história do mercado brasileiro, é importante lembrar que aparelhos experimentais são historicamente menos seguros  

Galaxy Fold
(Reprodução)

SÃO PAULO – Por US$ 2 mil, o novo Galaxy Fold, primeiro smartphone dobrável da Samsung, pode requerer coragem de seus usuários – e não apenas no momento de colocar a mão no bolso para compra-lo.

Com base no histórico de lançamentos no mercado de tecnologia e em uma lista do Business Insider, separamos alguns perigos que podem estar acoplados ao lançamento mais aguardado dos últimos anos no mercado de tecnologia. Antes de comprar o aparelho, é interessante pesá-los. 

  1. 1. Andar com dezenas de milhares de reais no bolso

Smartphones topo de linha são caros – especialmente no Brasil. Mas o Galaxy Fold tem potencial para custar praticamente o dobro do preço do iPhone mais caro do mercado.

Anunciado por US$ 2.000 nos Estados Unidos, o aparelho chegaria por R$ 7.500 no Brasil caso a conversão fosse feita apenas de acordo com o câmbio comercial. Pelo histórico de outros celulares da Samsung (e de outras fabricantes), esse preço deve ser muito maior. Vale lembrar que o iPhone XS Max mais potente, que custa US$ 999 nos EUA, veio para o Brasil por R$ 9.999.

  1. 2. Arcar com os reparos

O preço de um celular tem um embasamento por trás. Se o Galaxy Fold terá um preço alto, é porque provavelmente suas peças e tecnologias internas também são consideravelmente caras. Se uma das duas telas, três câmeras ou duas baterias do aparelho quebrar, isso com certeza vai pesar no bolso do usuário.

  1. 3. Servir de cobaia

A primeira vez em que a Apple resolveu fazer um celular fino de tela grande marcou um episódio conhecido como BendGate, quando os celulares entortavam facilmente dentro dos bolsos de seus usuários. Uma tecnologia diferente nas baterias causou uma série de explosões de aparelhos Galaxy Note 7 em 2016.

A gigante chinesa Huawei, inclusive, afirma que chegou a desenvolver um celular com tela dobrável semelhante ao Galaxy Fold - mas desistiu por considerar o produto "ruim"

Tudo isso para dizer que aparelhos com componentes inéditos historicamente têm mais riscos de apresentar problemas inesperados – justamente porque não há como testar algo em grande escala antes de colocar nas mãos de usuários ao redor do mundo. Não é necessário dizer que praticamente tudo no Galaxy Fold é novo – o que significa riscos muito maiores de problemas técnicos não antecipados.

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