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SÃO PAULO – O setor de franchinsing brasileiro deve registrar crescimento de quase 12% este ano, segundo previsão do diretor executivo da Associação Brasileira de Franchising (ABF), Ricardo Camargo.
Já em 2006, o segmento teve aumento de 11,1% em relação ao ano anterior e atingiu faturamento de R$ 39,8 bilhões, dados que estimulam os empresários do ramo.
“O franchising tende a mostrar números maiores de crescimento (em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), porque é um mercado totalmente formal”, diz Camargo.
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Balanço
De acordo com a entidade, o número de redes que atuam no setor avançou 4,3% no ano passado. Em 2005, foram registradas 971 redes e, em 2006, esse número saltou para 1.013, sendo que 89% das marcas são nacionais.
No mesmo período, o número de unidades franqueadas passou de 61.458 para 62.584, com 564 mil postos de trabalho, 11 mil deles criados em 2006, segundo informou o Diário do Comércio.
Destaques
Os setores de alimentação fora de casa (26%) e automotivo (24,5%) e o comércio de acessórios pessoais e de calçados (22,4%) apareceram como destaque entre os 12 segmentos analisados.
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Para Camargo, a ampliação da oferta de crédito e seu impacto positivo nas vendas de automóveis contribuíram para o crescimento das franquias desse ramo, dedicadas à lavagem, ao estacionamento, às oficinas e à locação de veículos.
Baixa
Por outro lado, o setor de educação e treinamento registrou queda de 3,2% (contra crescimento de 18% em 2005). “O setor avançou no número de redes, mas diminuiu em unidades. Houve aumento da concorrência e também aquisições, o que geralmente gera fechamento de algumas unidades”, diz Camargo.
Um ramo novo no franchising, a área de móveis, decoração e presentes, também registrou crescimento negativo. “Eles ainda estão fazendo adaptações. O crescimento deverá ser positivo em 2007”, afirma o diretor da ABF.