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SÃO PAULO – Férias: sinônimo de diversão para a garotada. Nada como ter os dias da semana livres para aproveitar, descansar e não se preocupar com nada. O único tema que toma o pensamento é: o que fazer primeiro?
Nessa época do ano é muito comum que os jovens queiram passar o dia – e até os finais de semana – em parques temáticos. Por um determinado valor, existe uma gama de atividades que podem ser feitas e acabam tomando conta do dia inteiro.
Preocupação
Mas, como tudo na vida, existe o lado da preocupação. Essa preocupação que seria, na verdade, uma precaução: os direitos do consumidor não devem deixados de lado nem no momento de relaxar.
Márcia Christina Oliveira, técnica da Fundação Procon de São Paulo, explica que o primeiro detalhe a ser visto são as condições expressas no passaporte. “Lá tem que estar estipulado tudo o que a pessoa poderá usufruir e os outros serviços que são à parte”, afirmou.
Atenção redobrada
A atenção deve ser redobrada em parques mais distantes de casa, que acabem exigindo uma viagem. “É necessário verificar até que ponto o serviço é vantajoso. Muitas vezes na empolgação isso acaba ficando de lado. Os pacotes de viagens normalmente têm exceções que devem ser analisadas e oferecem serviços que acabam sendo deixados de lado pelo consumidor”, orientou a técnica.
Com base nisso, Márcia explicou que, por exemplo, no caso do uso de determinado brinquedo ser cobrado à parte, deve-se analisar quanto isso renderá de despesas extras.
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Segurança e restrições
A segurança do local também é algo que requer atenção: a presença de monitores é algo muito importante, principalmente quando os pais estiverem ausentes.
Além disso, alguns parques fazem restrições de idade e altura, o que deve ser analisado antes de o pai deixar a criança ir para o lugar.