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Vai viajar em julho? Veja 10 dicas de como gastar menos nas férias

Antes de fechar qualquer serviço, os consumidores devem pesquisar a situação financeira da agência de turismo

gastos com viagem - passaporte - moedas e notas - real - Brasil
(Getty Images)

SÃO PAULO - Junho está no começo, mas têm muitos brasileiros que estão sonhando com julho, tradicional mês de férias. Se você ainda não planejou a sua viagem é melhor se apressar, já que as hospedagens, passagens e pacotes podem ficar mais baratos se a viagem for devidamente programada e planejada.

Os economistas da Serasa Experian aconselham que antes de fechar qualquer serviço, os consumidores pesquisem a situação financeira da agência de turismo, evitando assim ser vítima de uma fraude, como ser surpreendido pelo fechamento da empresa às vésperas do passeio.

Além disso, o consumidor deve planejar a forma de pagamento de uma maneira que não comprometa o orçamento por muito tempo. A melhor opção é pagar a viagem à vista, aproveitando os descontos ou ainda dividir em poucas parcelas. “Dividir a despesa em vários meses pode prejudicar os planos de quem pensa em viajar no final do ano, que já é daqui a seis meses.”

10 dicas
Pensando nisso, os economistas prepararam dez dicas para ajudar o consumidor a se planejar e curtir as férias gastando menos. Confira:

  • Pesquise o preço das passagens nos sites das empresas de transporte aéreo e terrestre e agências de turismo. Horários alternativos, como madrugada, geralmente têm descontos. Avalie também as condições oferecidas por cada empresa e informe-se sobre juros cobrados em caso de parcelamento. No caso de passagem aérea, verifique se já estão incluídas as taxas de embarque;
  • Conte com a ajuda da internet para pesquisar informações sobre os hotéis e pousadas. Procure nos sites de hospedagem, que muitas vezes têm tarifas mais baixas. Também, verifique as despesas não inclusas na estadia, como taxas de serviço e impostos. Em destinos internacionais, é comum que haja impostos cobrados à parte, no próprio hotel. Nos Estados Unidos, por exemplo, é comum que taxas e impostos passem dos 20% nas diárias nos hotéis;
  • Quando estiver hospedado, evite consumir os produtos do frigobar. Geralmente, o preço é acima do mercado, além de em alguns lugares serem aplicadas ainda as taxas e impostos. Há hotéis que reservam um espaço no frigobar para produtos comprados pelos hóspedes. Aproveite esta comodidade e compre bebidas e petiscos mais em conta no supermercado;
  • Informe-se sobre os preços, segurança e formas de traslado disponíveis no destino. Opte pela mais barata;
  • Faça as contas e veja se é ou não vantajoso viajar de carro. Se a distância for curta e o carro estiver com a capacidade máxima e segura de pessoas, pode valer mais a pena do que ir de ônibus ou avião;
  • Se optar por pacotes de viagem, procure várias agências e pesquise preços, condições (parcelamentos e taxas de juros) e outros detalhes. E não se esqueça de verificar se a empresa escolhida possui uma situação financeira estável, para não ser surpreendido pelo fechamento às vésperas da viagem.
  • Programe-se também para as despesas durante a viagem. Use a internet para pesquisar preços de refeições, transporte, passeios (shows e parques, entre outros). Em algumas cidades, há museus que oferecem entrada gratuita em um dia determinado na semana. Procure os escritórios de turismo na internet que fornecem este tipo de informação;
  • Em viagens para o exterior, será preciso comprar moeda estrangeira. Acompanhe as notícias sobre o assunto e peça ajuda especializada ao seu banco. Pesquise também as taxas cobradas pelas casas de câmbio. Evite andar com muito dinheiro em espécie, pois há o risco de perda ou roubo. Avalie também as vantagens, desvantagens e segurança para utilização dos cheques de viagem;
  • Uma boa opção de pagamento para o turista que vai para o exterior é o cartão de débito pré-pago. A vantagem é de que o consumidor deposita um determinado valor e, no destino, limita-se a gastar dentro do planejado. O cartão pode ser solicitado em bancos, agências de turismo e casas de câmbio, e o turista precisa pagar uma taxa sobre a quantia depositada;
  • Evite utilizar o cartão de crédito no exterior porque as taxas de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) são altas. Esse tipo de pagamento deve servir apenas para despesas imprevistas ou para aquelas que o turista já programou para pagar quando voltar de viagem.

 

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