Consumo: saiba por que pilhas e baterias não podem ir para o lixo comum

Esses tipos de produto possuem líquidos tóxicos e devem voltar para o fabricante. Veja dicas para o melhor uso e descarte!

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SÃO PAULO – A falta de cuidado no descarte de pilhas e baterias pode resultar em diversas complicações, como a contaminação do solo e da água e até mesmo doenças que podem afetar quem entrar em contato com um local onde esses materiais foram descartados incorretamente.

Pois, de acordo com o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), o perigo desses tipos de produtos reside no fato de as pilhas e baterias possuírem líquido tóxico em sua composição e, se jogadas incorretamente, podem ser amassadas ou estourarem, deixando vazar a substância.

Assim, o líquido nocivo se acumula na natureza e, como não é biodegradável e não se decompõe, pode contaminar o solo. Por conta disso tudo, é tão urgente a conscientização e mudança de hábitos da população.

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Utilize da melhor forma
Os primeiros passos para o descarte correto de pilhas e baterias, lembra a entidade, ocorre justamente nas escolhas para aquisição e uso desses tipos de produto:

Depois que os produtos não tiverem mais uso, está na hora de pensar no descarte.

Como fazer o descarte correto?
A responsabilidade por recolher e encaminhar adequadamente as pilhas após o uso é do fabricantes, ensina o Idec.

Portanto, os materiais usados devem ser entregues aos estabelecimentos que comercializam ou às assistências técnicas autorizadas, para que eles repassem os resíduos aos fabricantes ou importados.

As pilhas e baterias podem ser recicladas, reutilizadas ou ainda podem passar por algum tipo de tratamento que possibilite um descarte não nocivo ao meio ambiente.

Legislação e participação do comércio
O Idec ainda avalia que a participação do comércio na questão é fundamental, oferecendo postos de coleta para as pilhas e baterias usadas.

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A legislação brasileira, por meio da Resolução 257 do Conama (Conselho Nacional do Meio Ambiente), determina que os fabricantes devem inserir no rótulo informações sobre o perigo do descarte incorreto.

Além disso, a PNRS (Política Nacional de Resíduos Sólidos), sancionada em agosto de 2010, estabelece o incentivo à chamada logística reversa, que constitui em incentivos para que as empresas, governo e os consumidores sejam comprometidos em viabilizar a coleta.