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SÃO PAULO – Segundo dados do último IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15), publicados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), comer fora do domicílio ficou 0,73% mais caro. Por outro lado, a alimentação em casa ficou ainda mais cara, 1,33%.
No entanto, além de ficar de olho também nos custos que terá comendo fora de casa, o consumidor deve tomar os devidos cuidados com os estabelecimentos que escolhe para fazer as refeições.
O que é preciso avaliar?
De olho no preço
Os moradores de Belo Horizonte foram os que mais sentiram aumento nos preços para comer em casa (+ 2,35%) de acordo com o índice. Por outro lado, a capital mineira foi o local onde as pessoais menos sentiram a alta para comer fora de casa, 0,31%.
| Estados | No domicílio | Fora do domicílio |
| Rio de Janeiro | 1,94% | 0,93% |
| Porto Alegre | 0,51% | 0,93% |
| Belo Horizonte | 2,35% | 0,31% |
| Recife | 1,86% | 0,99% |
| São Paulo | 0,96% | 0,59% |
| Distrito Federal | 1,35% | 1,45% |
| Belém | 1,72% | 1,09% |
| Fortaleza | 1,86% | 0,71% |
| Salvador | 0,75% | 0,61% |
| Curitiba | 0,89% | 0,99% |
| Goiânia | 0,79% | 0,42% |
| Nacional | 1,33% | 0,73% |
Fonte: IPCA-15
Comer ou não em casa?
O costume de comer fora de casa já faz parte da rotina de muitos brasileiros. Devido à correria do dia-a-dia, muitos são obrigados a se alimentar em restaurantes próximos ao local de trabalho ou estudo. Mas, nem sempre a facilidade de acesso aos estabelecimentos significa qualidade.
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O consumidor deve manter sempre a atenção na manipulação dos alimentos, nos trajes dos funcionários do local – observar se estão vestindo touca, luvas, máscara etc. – e as condições em que os alimentos estão expostos.
Tais cuidados ajudam a evitar a contração de doenças prejudiciais à saúde. Alguns casos mais comuns de contaminação podem ser classificados como infecções, toxinfecções e intoxicações.
Cuidados dos estabelecimentos
Muitos estabelecimentos deixam de tomar cuidados básicos e fundamentais, como limpeza, higiene dos manipuladores de alimentos, limpeza dos equipamentos e utensílios, falta de cuidados por parte dos fornecedores de alimentos e bebidas, tempo de exposição dos alimentos a serem consumidos etc.
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Para os comerciantes da área de alimentos, a recomendação é que seja feito um treinamento com os manipuladores. É importante que todos saibam que é fundamental ter certos cuidados antes, durante e após o preparo dos pratos, e que a falta destes cuidados pode acarretar a perda de credibilidade do restaurante.
Outras alternativas que asseguram a qualidade da comida são: inserção de exames clínicos periódicos nos funcionários, qualificação dos fornecedores de alimentos e bebidas, higiene sanitária do estabelecimento, controle de água e controle integrados de pragas.
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