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SÃO PAULO – O Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) afirmou que não vê prejuízos para os consumidores na adoção da resolução do Conselho Federal de Medicina (CFM), que permite limitação no tratamento que não traria ganhos aos doentes terminais.
De acordo com a advogada do instituto, Daniela Trettel, as distorções praticadas pelas empresas de planos de atendimento, como eventuais recusas de tratamento, já ocorrem. “A idéia da resolução é humanizar, garantir dignidade”.
Resolução
Com a adoção da resolução, pode-se reduzir os gastos do sistema de saúde. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Grupo (Abramge), Arlindo Almeida, o aspecto econômico da medida é importante.
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Ele ainda disse que as empresas mantêm pacientes terminais “a custo muito alto e sem problema nenhum”, mas que “muitas vezes se prolonga a vida, a vida em termos, o estado terminal, e não há muito sentido”.