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SÃO PAULO – O Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) bateu recorde de consultas registradas desde sua criação, em 1983, pela Associação Comercial do Estado de São Paulo (ACSP). Em apenas um dia foi registrado 1,1 milhão de consultas, sendo que o número total de consultas registradas no ano passado foi de 88,8 milhões. Com relação aos 12 meses anteriores, esse número foi de 48,2 milhões.
Segundo o superintendente da Informática da ACSP, Nelson Castilho, até novembro deste ano já foram registradas cerca de 111 milhões de consultas, com média de 10 milhões de consultas por mês. Isto significa que, em relação ao ano passado, a procura pelo serviço até o momento apresenta crescimento de 25%.
Consulta a nível nacional
Castilho explica que os dados são obtidos através de processamento de toda a base operadora localizada em São Paulo, mas que atua a nível nacional, já que o serviço somente mantém base em São Paulo, de forma que atende a todas as bases operadoras espalhadas pelo país.
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Na prática, funciona como um banco de dados que centraliza informações que contém dados das principais empresas, bancos e financeiras que operam em território nacional. Para se ter uma idéia, o SPC Brasil, órgão do Clube de Diretores Lojistas, abrange cerca de 1,8 mil municípios de forma que os dados são levados para todas as bases localizadas nestes pontos.
Saiba como funciona o SPC
Muitos empresários não sabem como funciona o serviço do SPC, que além de simples, é uma boa opção para se proteger dos casos de inadimplência. Sempre que o comerciante precisar fazer uma consulta, ele deverá entrar em contato com o SPC e fornecer um dado do consumidor, que pode ser o número do CPF ou outro documento de identidade.
Assim que este dado for informado, o sistema irá acusar se este cliente tem alguma pendência financeira, isto é, se está em inadimplência com alguma dívida contraída, ou ainda, se já teve seu nome encaminhado para protesto. Vale lembrar que as primeiras informações são limitadas à praça onde a consulta está sendo efetuada, depois são checadas as bases integradas da rede para uma pesquisa mais ampla.