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Cartão de crédito para quê? No Japão é possível usar celular até para pagar o táxi

Introduzido no mercado do Japão há cerca de dois anos, o e-money é um serviço que permite uso do celular como um cartão de crédito

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SÃO PAULO - Que a tendência dos telefones celulares é de se tornarem aparelhos cada vez mais multifuncionais e menos restritos a ligações não é novidade. Parece até que os fabricantes querem aposentar as bolsas e carteiras e substituir absolutamente tudo pelo celular. Até o dinheiro.

Introduzido no mercado do Japão há cerca de dois anos, o e-money é um serviço que possibilita usar o celular, peça chave do dia a dia da maioria dos japoneses, como um cartão de crédito.

Pague com o telefone
Com os aparelhos equipados com o devido hardware, os usuários podem fazer compras em lojas de conveniência e algumas outras, além de comprar refrigerantes nas máquinas de vendas da Coca-Cola.

Além do varejo, o celular pode ser usado também no transporte, já que algumas companhias de táxi têm scanners de reconhecimento para e-wallets, ou carteiras eletrônicas, instalados nos veículos de sua frota.

Passagens de trem pelo celular
Agora chegou a vez dos trens entrarem nessa onda. Os serviços do Suica, cartão que já é usado como pré-pago em diversas modalidades, poderão ser usados, a partir do dia 4 de fevereiro, para comprar passagens nas catracas dos trens da companhia ferroviária JR East.

A companhia, juntamente com empresas de telefonia móvel, está planejando inclusive adotar um outro sistema, que permitirá reservas e compras de passagens pela internet, o que também poderá ser feito a partir de celulares com conexão à web.

E-money deverá se expandir
Com a iniciativa, a expectativa é de que haja um impulso no uso do e-money, o que deverá se tornar uma das principais fontes de renda para as companhias de telefonia móvel, cujos resultados de ligações comuns já não representam ganhos significativos.

Além disso, com a presença de empresas de peso, como as japonesas NTT DoCoMo e KDDI e a britânica Vodafone, nesse mercado, as perspectivas para os celulares e-wallets não poderiam ser outra além da expansão.

 

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