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Usado com sabedoria, o cartão de crédito pode ser um aliado dos consumidores. O problema é que a falta de educação financeira acaba levando muitos usuários do plástico direto para a inadimplência.
A primeira dica é não aceitar as linhas de crédito oferecidas pelas operadoras dos cartões pois os juros cobrados podem ultrapassar 500% ao ano.
Erros frequentes
O maior erro cometido pelos consumidores é pagar o mínimo da fatura na hora que o orçamento aperta. Essa linha de crédito pode sair bem mais caro do que parece no início.
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Na hora de consumir, é importante se questionar sobre a compra, se é realmente necessário realizá-la com o cartão. Além disso, é importante considerar no orçamento o valor das parcelas mês a mês.
Em relação aos parcelamentos, o consumidor deve estar atento às compras que realiza. Juntas, pequenas parcelas mensais podem comprometer o orçamento por meses.
Os consumidores que têm salário fixo devem ter apenas um cartão. Já para quem possui ganhos esporádicos, o limite são três cartões com datas de vencimentos para vários períodos do mês.
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Caso não tenha o cartão, é fundamental negociar e se possível pedir isenção da taxa de anuidade do plástico. Hoje é possível encontrar cartões que não cobram nenhuma taxa de manutenção.
Negociação
No caso dos consumidores que já possuem dívida em atraso com o banco, é necessário ter cuidado ao negociar a dívida.
O principal é estar atento ao valor realmente devido, que é constituido pela dívida, multa, juros e correção monetária. Caso a empresa cobre algo a mais, será cobrança indevida.
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Aceitar a primeira oferta que te fizerem não é negociar. É importante discutir os valores e até oferecer propostas e contrapropostas.
Se surgir dúvidas durante o processo de negociação, o consumidor deve buscar ajuda em órgãos de defesa do consumidor. Todos esses órgãos possuem atendimento especializado para ajudar quem quer limpar o nome.