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SÃO PAULO – O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) decidiu nesta quarta-feira (29) pela reprovação condicionada da compra da Casa de Saúde Santa Lúcia pela Amil (AMIL3).
Para que o negócio seja aprovado, o órgão antitruste determinou que a Amil tem que sair do capital da Medise, do grupo FMG, que controla a Rede D’Or no Rio de Janeiro.
De acordo com uma fonte próxima ao Conselho, a Amil tem 60 dias para atender à sua condição e reverter a decisão do órgão antitruste.
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A Amil assinou o contrato de promessa de compra de 100% da instituição localizada no Rio de Janeiro por R$ 60 milhões em 18 de setembro de 2008.
Na ocasião, a companhia disse que pagaria R$ 1 milhão na assinatura da promessa de compra, R$ 7 milhões no fechamento do contrato definitivo e o restante em 36 parcelas mensais e consecutivas, corrigidas pelo IGP-M.
A Amil considerou a aquisição estratégica em termos operacionais, uma vez que a Santa Lúcia está localizada na zona sul do Rio de Janeiro, em um ponto de alta valorização e de elevado poder aquisitivo, uma área onde até então a companhia não possuía hospitais.