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SÃO PAULO – O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial) e a CPSC (Consumer Product Safety Commission) dos Estados Unidos assinaram, nesta sexta-feira (10), um documento que prioriza o aumento do nível de segurança dos produtos de consumo no mercado em que atuam. O plano de trabalho deve ser executado em dois anos.
“A integração dos dois países é muito importante, porque o foco é a proteção do ser humano e a Humanidade é uma só, em qualquer lugar do mundo. Este passo consolida a articulação internacional do Inmetro. Vamos contar com o apoio da CPSC, que possui tecnologia refinada no monitoramento, gerenciamento e interpretação de dados de acidentes de consumo a partir de informações coletadas em diferentes canais”, afirmou o presidente do Inmetro, João Jornada.
As duas entidades vão elaborar regulamentos e normas, cuidando para alinhar os requisitos de segurança similares exigidos nos dois países, especialmente às atuais normas internacionais.
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A primeira iniciativa será com berços. Os dois países vão avaliar amostras do produto conforme os requisitos definidos na norma técnica usados nos EUA e no Brasil e determinar a equivalência entre eles.
Cooperação
Segundo a chairman da CPSC, Inez Tenenbaun, o acordo irá estimular novos níveis de cooperação na área de segurança de produtos de consumo, o que pode acrescentar algumas das principais ações do plano estratégico, traçado para os próximos cinco anos.
“O Brasil será um grande ator nessa luta. Vamos compartilhar informações e sistemas e ampliar o fluxo de informações e de atividades. Buscamos o nível mais alto de segurança, ampliando a prevenção no lugar da redução de acidentes. Neste sentido, a cooperação com agências regulamentadoras e fabricantes prevê um entendimento comum para estabelecer os melhores padrões, comércio e segurança interconectados. E o consumidor bem informado tem mais poder. Podemos salvar vidas, diminuir recalls e reduzir os ferimentos em crianças”, afirmou Inez.
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Estão previstos ainda o intercâmbio de informações e experiências sobre sistema de coleta de dados nacionais sobre acidentes de consumo, a sinalização sobre áreas de risco emergentes e a identificação de produtos para cooperação técnica.