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Férias. Para os melhores resultados, é sempre bom planejar! Se você tem alguma viagem programada para o exterior, seja para relaxar, estudar ou trabalhar, informe-se sobre as diferentes formas de pagar suas compras em outro país.
“É importante levar pelo menos um pouco de dinheiro em espécie, já que pode haver gastos no aeroporto ou com alimentação que a pessoa necessite do papel”, explica a gerente de produto da CI (Central de Intercâmbio), Fabiana Fernandes.
Contar com o dinheiro em espécie, e não só com cartão, é importante para evitar situações ruins. Imagine se você vai visitar uma cidade pequena e mais isolada, onde os restaurantes e as lojinhas não aceitam o plástico?
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Outras opções
Por outro lado, lembre-se que levar uma “bolada” de dinheiro não é a opção mais segura e muito menos a mais prática. Entre as alternativas, existem o traveller check, os cartões VTM (Visa Travel Money) e os cartões de crédito.
A principal vantagem desses recursos é a possibilidade de reaver, além dos documentos, a quantia, no caso de perda ou roubo. Os travellers checks pertencem ao Serviço Global de Reembolso 24 horas e, independentemente do local onde você estiver, será ressarcido.
Para sua segurança, os travellers devem ser assinados no momento que você recebê-los. O ideal é andar com poucas folhas com você, controlando sempre o número delas (como folhas de cheque), em caso de roubo.
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Na hora da compra, você assinará um outro campo do traveller, na presença do atendente da loja. Em alguns locais, podem lhe pedir o passaporte, para comprovação de identidade. O troco será dado a você em dinheiro.
Já o Travel Money funciona como um cartão de débito e, como todos, precisa de uma senha pessoal, o que torna mais difícil perder o dinheiro depositado, caso o cartão vá parar em mãos estranhas. Porém, todo cuidado é pouco, já que a primeira reposição é gratuita, mas a segunda custa US$ 50.
Vantagem para estudante
Ao fazer esse cartão pela primeira vez, você somente terá que depositar US$ 200, que poderá utilizar nas suas compras no exterior. “Atualmente esse cartão é muito procurado, principalmente pelos jovens que vão fazer intercâmbio”, afirma a gerente.
Isso porque, caso necessite de mais dinheiro, uma pessoa que está no Brasil, no caso o pai do estudante, pode carregar no cartão, a quantia necessária. O depósito só pode ser feito em dólar ou euro, mas o dinheiro pode ser retirado na moeda local. De acordo com Fabiana, não há custo nas operações, somente no caso do saque: US$ 5.
O cartão de crédito também pode ser muito útil na viagem internacional, mas antes, é necessário verificar com o banco se o seu cartão funciona nos caixas automáticos do exterior, e qual a bandeira mais comum no país de destino. Mas também é importante saber que, diferentemente do VTM que é pré-pago, pode haver variação de câmbio, já que a conversão pode não ser feita com base no valor que o dólar tinha no dia em que a compra foi feita.
Outra diferença a ser considerada entre os dois cartões é a incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nas transações em moeda estrangeira, que ocorre no caso do cartão de crédito, mas não acontece no VTM.