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O setor de alimentação é um dos que mais cresce no País, um dos motivos é que o número de pessoas que têm se alimentado fora do lar aumenta a cada dia. Mas para que o empreendimento faça sucesso é necessário muito mais do um ponto comercial. Para o diretor da Food Service, empresa especialista em execução de empreendimentos gastronômicos, Adri Vicente Junior, este é apenas uma das questões que devem ser analisadas. Pensando nisso, ele elaborou uma lista com 10; confira:
Custos: é fundamental procurar o melhor ponto para o estabelecimento que atenda as necessidades do negócio, ou seja, que tenha um projeto arquitetônico adequado. Também é importante avaliar um ponto de maior sucesso comercial do que investir em um local sem viabilidade de clientes propostos.
Profissionalização: todas as etapas da montagem do restaurante devem ser dirigidas por profissionais, em todos os setores, desde a formatação dos produtos ofertados, detalhamento técnicos dos projetos, formatação da equipe de obra civil até o treinamento funcional dos funcionários. O proprietário deverá ter como principio básico atuar em todas as áreas do empreendimento, para que avalie a atuação e competência de cada setor. Deve saber fazer o que seus funcionários sabem.
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Dever: atenção à legislação vigente e às normas de higiene e segurança alimentar e à padronização e respeito a áreas especificas de portadores de necessidades especiais.
Investimento: o conceito do projeto deve respeitar a rentabilidade do negócio. Antes de gastar, o empreendedor precisa calcular o quanto terá de retorno financeiro, e em quanto tempo. A partir do lucro pretendido calcula-se o quanto pode ser investido.
Economia: todo o planejamento deve ter como diferencial a economia, seja de espaço físico ou de investimento. Construir um negócio com áreas de dupla utilização, como bancada de preparo com apoio que agiliza o trabalho, evita desperdícios e reduz o custo.
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Respeito ao meio ambiente: nos últimos anos este ponto virou preceito básico. É fundamental se avaliar onde serão dispersados lixo e gases, por exemplo. A construção já pode respeitar pontos de sustentabilidade. É ganho para o meio-ambiente e para o empreendedor.
Consciência: o trabalhador é parte essencial do empreendimento. A consciência de que é preciso criar um time é um ponto positivo para o empreendedor. Deve-se pensar na qualidade do dia a dia e respeitar a brigada de trabalhadores.
Diferencial: ganhar o cliente hoje em dia vai além do bom atendimento. Pontos básicos: preocupar-se com a procedência dos insumos dos pratos, garantindo produtos frescos e de qualidade, cuidar do bom atendimento e suprir as expectativas pretendidas de cada cliente.
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Humanização: se atender bem já é obrigação, atender mal virou sinônimo de perda de clientela. Além de atender cordialmente, é necessário humanizar o contato entre funcionários e clientes. Acomodação correta, explicação do prato, indicação de bebida, entre outros. Isso são atitudes que marcam o cliente. A máxima “o cliente em primeiro lugar” deve ser o norte da empresa.
Inteligência: não há mais segmento de gastronomia sem um concorrente. Se o negócio entra em uma área nova, em meses terá um concorrente. É importante pensar no produto ofertado tendo como parâmetro sua concorrência e sempre aprimorar o cardápio para que não fique defasado em relação ao mercado regional de atuação, tanto em relação ao preço quanto em relação à qualidade dos pratos.