Publicidade
SÃO PAULO – Os mercados acionários dos Estados Unidos abrem em queda nesta segunda-feira (22), com o foco voltado aos setores de seguros e farmacêutico, após a Câmara dos Deputados ter aprovado no domingo a proposta de reforma do sistema de saúde dos Estados Unidos.
| %Var Dia | Pontos | %Var 30D | %Var Ano | |
|---|---|---|---|---|
| Dow Jones | -0,31 |
10.709 | +2,95 |
+2,70 |
| S&P 500 | -0,49 |
1.154 | +4,07 |
+3,51 |
| Nasdaq | -0,53 |
2.362 | +5,26 |
+4,08 |
Por 219 votos a 212, a Câmara aprovou o projeto do presidente Barack Obama para ampliar a cobertura do sistema de saúde do país. Entretanto, antes de ser encaminhada para a sanção de Obama, a proposta vai voltar para o Senado, por ter sofrido algumas modificações.
As ações de algumas companhias de saúde, como Pfizer, Aetna, Humana e UnitedHealth operavam em alta.
InfoMorning
Informações, análises e recomendações que valem dinheiro
Perspectiva de lucro
A PepsiCo mantém perspectiva de lucro por ação entre 11% e 13% em 2010, excluindo efeitos cambiais. Para o ano que vem, a expectativa é de que os ganhos se mantenham em dois dígitos.
Antes de evento com investidores nos EUA nesta sessão, a empresa informou que espera aumentar a receita internacional e seu market share. Os papéis da empresa caíam 0,4%.
Grandes desafios
O vice-diretor administrativo do FMI (Fundo Monetário Internacional), John Lipsky, disse que as economias desenvolvidas enfrentam grandes desafios em combater o alto déficit público e em retirar o estímulo injetado nas economias durante a crise. Lipsky participou no fim de semana de um fórum econômico na China.
Continua depois da publicidade
Nesse contexto, a Grécia segue em foco, em meio às discussões sobre o plano de resgate ao país e se ele virá da Europa ou do FMI (Fundo Monetário Internacional). A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, disse no domingo que os gregos não precisam de ajuda financeira e que esse assunto não será o foco da cúpula europeia nesta semana.
Mais reformas
O presidente do Federal Reserve, Ben Bernanke, disse que acionistas e credores não serão protegidos dos prejuízos de empresas que não conseguirem honrar suas dívidas.
O Congresso norte-americano está discutindo uma reforma na regulamentação do sistema financeiro do país, para evitar a repetição dos pacotes de resgates (financiados pelos impostos pagos pelos contribuintes) que aconteceram na crise, como o da seguradora AIG.