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SÃO PAULO – O alto nível de desemprego e a grande demora em conseguir uma recolocação no mercado de trabalhado, tem preocupado, e muito, boa parte dos pais e universitários. O medo de não terem como arcar com os custos de ensino por conta da perda do emprego, tem levado essas pessoas a recorrerem ao seguro-educacional.
Coberturas ampliadas
Esta modalidade de seguro não é novidade, entretanto, até então o seguro-educacional só previa cobertura em casos de morte ou invalidez. Atualmente, a gama de coberturas existentes é maior o que acaba atraindo um público mais amplo, motivado, sobretudo, pela segurança na continuidade dos estudos.
Assim sendo, já é possível encontrar produtos que prevêem, por exemplo, a cobertura de um determinado número de mensalidades em caso de perda de emprego, redução da renda por conta de afastamento temporário e involuntário do trabalho do pai ou estudante responsável pelo pagamento das mensalidades, pagamento de matrícula e até mesmo material escolar.
Seguro-educação responde por 10% do segmento vida
A reformulação do seguro-educação está permitindo que o produto atenda às diversas necessidades de seu público-alvo: pais e alunos. Essas mudanças acabaram refletindo nos números do mercado de seguros.
De acordo com a Susep (Superintendência de Seguros Privados), o seguro-educação já responde por 10%, em volume de reservas, do segmento dos seguros de vida, sobretudo depois que as apólices passaram a oferecer uma cobertura mais ampla.
A maior parte das escolas e universidades já oferecem o seguro-educação aos seus alunos, ainda mais depois da entrada em vigor do novo Código Civil, que prevê maior responsabilidade por parte da escola em relação aos pais e alunos. O custo é bastante atrativo, girando em torno de 1% e 3,5% do valor da mensalidade por mês.
As vantagens são muitas, caso você queira saber mais sobre o seguro não deixe de contatar a diretoria da instituição de ensino para conhecer as formas e condições de pagamento do seguro.