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SÃO PAULO – Quem tiver alguma pendência para resolver na Previdência Social deve se apressar. Isso porque os servidores do Instituto Nacional de Seguridade Social decidiram na última terça-feira (17) que cruzarão os braços a partir do próximo dia 31.
“A greve deve ter 100% de adesão em todo o Estado de São Paulo e não tem prazo para acabar”, garantiu a diretora de Previdência e Saúde do Sindicato dos Trabalhadores em Saúde e Previdência do Estado de São Paulo (Sinsprev), Eli Nunes dos Santos. Segundo ela, a proposta será encaminhada para a executiva nacional para que agências de todo o País façam parte do movimento.
Reivindicações
As reivindicações dos servidores continuam as mesmas, garantiu o Sindicato.
Basicamente, são pedidos plano de carreira, concurso público para mais 20 mil vagas no Brasil em caráter emergencial – sendo que 8 mil delas devem corresponder somente ao Estado de São Paulo -, jornada de trabalho em 30 horas semanais para todos os empregados, fim da gratificação produtivista, que analisa o desempenho, e aumento do salário real, que acumula perda de 150% nos últimos 12 anos.
Perícias
Conforme Eli, nem mesmo as perícias médicas previamente agendadas serão realizadas. Outros detalhes da paralisação devem ser definidos nas duas próximas semanas.