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Após queda, consumidor volta, timidamente, a procurar seguro de carro

Mesmo assim, não houve crescimento na venda do produto: no trimestre, procura ficou estável

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SÃO PAULO – O brasileiro ficou um pouco mais preocupado com a proteção de seu carro. Segundo levantamento divulgado pelo Sindicato dos Corretores de Seguro de São Paulo (Sincor-SP), após apresentar queda de 2% no primeiro bimestre deste ano, o ramo de automóveis apresentou leve recuperação e ficou estável entre janeiro e março, tomando como base o mesmo período de 2006. Enquanto isso, a média geral cresceu 6,5%.

As vendas de apólice, como um todo, acumularam R$ 9,5 bilhões no primeiro trimestre – isso sem levar em consideração os seguros saúde e Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL). Apesar do desempenho menos favorável sentido no início de 2007, as vendas de proteção para veículo ainda figuram como principal filão do setor, acumulando R$ 4,4 bilhões no período.

Compra de carros

“Consideramos que seja comum haver menos crescimento no começo do ano, muito também porque é mais para o meio do ano que as pessoas compram mais carros“, justificou o presidente do Sincor-SP, Leoncio Arruda.

Dessa maneira, os dados devem voltar a se aquecer dentro dos próximos meses. “A partir de junho creio que haverá um aumento na venda de apólices, mesmo porque a venda de veículos está crescendo”, lembrou.

Comemoração

Por outro lado, o sindicalista comemorou os dados registrados no prazo de um ano, que apontam para um forte crescimento da carteira.

Até o terceiro mês de 2007, o ramo de auto acumulava alta de 46% nos últimos 12 meses, isso sobre o mesmo período findo no terceiro mês de 2003. Utilizando a mesma base comparativa, a venda de veículos cresceu 44%.

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Arruda explicou que apenas 30% da frota brasileira tem alguma proteção. Dentro do universo de segurados, mais de 70% são de modelos com até cinco anos.