ANP e entidades de seguros estudam mudanças para o setor

Potencial de crescimento das petrolíferas atrai seguradoras; ANP estuda mudanças a fim de tornar cobertura mais operacional

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SÃO PAULO – A Agência Nacional de Petróleo (ANP) está estudando, juntamente com as entidades de seguros, a possibilidade de se criar um seguro mais eficiente para as empresas ligadas ao setor petrolífero. Vale ressaltar que esse setor está sujeito a riscos elevados, o que compromete ainda mais as atividades.

ANP e seguradoras estudam mudanças no setor

Esses seguros seriam transformados em mecanismos de prevenção e de apoio no processo de habilitação das atividades de distribuição de combustíveis e de importação e de exportação de petróleo e de derivados.

A ANP e a Federação Nacional das Seguradoras (Fenaseg) já criaram um estudo sobre o assunto. No momento, esse material está sendo avaliado por uma comissão mista, que inclui técnicos da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e do IRB Brasil Re.

Um parecer sobre o assunto seria importante, pois de acordo com a nova portaria da ANP, a autorização para atividades ligadas a distribuição dependerá da existência de um seguro. Além disso, a ANP pretende regulamentar a importação e a exportação de petróleo e derivados, mercado que se encontra em fase de flexibilização.

A Fenaseg já sugeriu algumas alterações para a cobertura dos seguros nas áreas de importação e exportação de combustíveis, com objetivo de tornar a cobertura do setor mais operacional e comercializável.

Potencial de crescimento atrai seguradoras

No último encontro promovido pela Fundação Escola Nacional de Seguros (Funenseg), o tema do encontro foi o ramo dos riscos de petróleo. Esse é um dos segmentos mais visados pelas seguradoras, em virtude do seu potencial de crescimento.

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Esse potencial é resultado dos elevados investimentos feitos e previstos pelas petrolíferas, principalmente no Rio de Janeiro, que concentra os principais investimentos, devido a Bacia de Campos. No entanto, o risco de exposição, depois dos atentados nos EUA acabou provocando um aumento excessivo nos preços dos seguros patrimoniais.