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A hora dos pequenos investidores

Momento é propício para a entrada de novos investidores na bolsa. Nesse cenário, a Mauá Capital reduziu para R$ 1 mil a aplicação inicial em seu fundo.

Renato Ometto, gestor do fundo Mauá Capital Ações FIC FIA.

A bolsa de valores comemorou no fim de outubro uma marca histórica. Pela primeira vez, atingiu o número de 1,5 milhão de investidores pessoa física. Em meados de 2018, ela contava com a atuação de apenas 800 mil investidores individuais. A atração de tanta gente em um tão curto período de tempo coroa o amadurecimento do mercado.

Em meio a essa tendência, umas das mais importantes e reconhecidas gestoras do mercado brasileiro, a Mauá Capital, se movimenta para captar novos investidores. Ela reduziu de R$ 5 mil para R$ 1 mil a aplicação inicial em seu fundo. As movimentações posteriores podem ser, agora, de apenas R$ 500. Isso representa um grande avanço para o processo de democratização dos investimentos no Brasil. Em especial nesse momento em que a renda variável se torna cada vez mais atrativa.

Afinal, os seguidos cortes na taxa básica de juros, a Selic, promovidos pelo Banco Central fizeram com que as aplicações em renda fixa perdessem o brilho. É fácil entender como chegamos a esse cenário ideal para um boom de investimentos na bolsa. A Selic era cotada em 14,25% ao ano, em agosto de 2016, e está agora em sua mínima histórica, de 5%. As projeções dos analistas dão conta de que vai chegar a 4,5% ou até mesmo 4% no começo do próximo ano. Para entendermos esse movimento na perspectiva histórica, basta lembrar que a Selic atingiu a astronômicos 26,5%, em 2003. Ou seja, estamos chegando no ponto mais baixo de um processo de décadas de diminuição de juros.

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Dessa forma, os investimentos tradicionalmente preferidos dos brasileiros, como a poupança e o Tesouro Direto, trazem valorização cada vez mais baixa. E podem até resultar em rendimento negativo, se for considerada a inflação. Por exemplo, com a Selic a 4,5%, a poupança renderia na faixa de 3,1% ao ano. Ou seja, qualquer inflação acima desse valor implicaria em perdas para o investidor. Hoje, a estimativa para a inflação, segundo o boletim de analistas pesquisados pelo Banco Central, prevê que o IPCA vai virar o ano na faixa dos 3,5%. Esse índice será o suficiente para levar a poupança para o terreno negativo. Na prática, é como se o investidor estivesse pagando para guardar o seu dinheiro.

Nesse contexto, a Mauá Capital tem expertise para ser um dos mais atraentes fundos do mercado para investidores de diversos perfis. O resultado acumulado de 2019, até outubro, prova isso. O rendimento do fundo atingiu 40,3%, nesse período. É quase o dobro da valorização do Ibovespa, que ficou em 22%. Já o investidor que contou com aplicações atreladas ao CDI viu rendimentos decepcionantes. Com a queda da Selic, o desempenho do CDI ficou em módicos 5,16%.

Para o investidor experiente, a Mauá já é um velho e confiável conhecido. A gestora tem como CEO o respeitado economista e administrador de empresas Luiz Fernando Figueiredo, dono de um currículo que abrange quatro décadas de atuação destacada no mercado. Ele liderou a tesouraria do banco BBA de 1993 e 1999, antes de se tornar um dos nomes mais importantes da equipe econômica do governo de Fernando Henrique Cardoso. Entre 1999 e 2003, foi o diretor de política monetária do Banco Central. Na volta à iniciativa privada, co-fundou a Gávea Investimentos, com Arminio Fraga, em 2003, e a Mauá, em 2005.

Atualmente, ele supervisiona diretamente o trabalho do time de renda variável da Mauá. À frente da gestão está ainda Renato Ometto, dono de uma experiência de 12 anos na análise de ações, com passagens por gestoras de Nova York. Também é reconhecido por sua atuação no 3G Capital, o fundo de Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, que controla gigantes corporativos globais, como a AB Inbev, a Kraft Heinz e o Burger King. Esse tipo de experiência permite à gestora Mauá optar por posições que não sejam as mais óbvias do mercado.

A B3 possui 328 empresas com ações negociadas. A listagem tem ficado cada vez mais diversificada com a chegada de fintechs, varejistas, empresas de serviços, de educação, de saúde e incorporadoras de imóveis. No passado, a bolsa era caracterizada por conter basicamente empresas de commodities, indústrias de base, estatais e empresas recém-privatizadas, como siderúrgicas e companhias de telecomunicações.

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Conhecer em profundidade tantos setores da economia e encontrar as melhores oportunidades exige grande capacidade de análise. Apenas em 2019, já aconteceram IPOs (ofertas iniciais de ações) e follow-ons num volume recorde de R$ 76 bilhões, superando os R$ 55,1 bilhões, de 2007. Isso significa uma série de boas notícias: mostra um grande aumento de liquidez na bolsa, prova que as empresas utilizam cada vez mais o mercado de capitais para financiar os seus projetos e amplia o leque de opções disponíveis para o investidor. A Mauá, por exemplo, optou por aproveitar o follow-on de ações da Magazine Luiza para investir. Hoje, a empresa de varejo paulista representa uma das maiores posições da carteira do fundo.

O racional para esse investimento tem relação em fundamentos da própria empresa e do seu setor de atuação. A Magazine Luiza, graças a um trabalho liderado por seu presidente, Frederico Trajano, tem se mostrado nos últimos anos como a mais bem preparada empresa de varejo brasileira para a aproveitar a revolução do consumo digital. O seu braço de e-commerce tem demonstrado bons resultados e foi reforçado com a compra da Netshoes. Crescendo acima dos seus pares, ela deve tomar a frente da expectativa geral de que o consumo será um dos principais catalisadores para a esperada aceleração do nível de atividade da economia brasileiro ao longo dos próximos meses.

Outra empresa com posição de destaque no portfólio do fundo é a operadora de planos de saúde NotreDame Intermédica. Ela abriu o seu capital na bolsa em abril de 2018 e vem empreendendo uma estratégia agressiva de crescimento por meio de aquisições. No início de novembro, comprou a Clinipam, um movimento interpretado pelo mercado como estratégico que a posiciona com força na Região Sul do País. O setor de saúde é um dos mais promissores da bolsa, uma vez que a população brasileira passa por um processo de envelhecimento e deve consumir cada vez mais esses serviços.

A escolha de investimentos em empresas como Magazine Luiza e NotreDame Intermédica está, dessa forma, atrelada aos setores que serão mais beneficiados com um crescimento econômico mais robusto. Um ambiente de recuperação gradual da economia, com inflação controlada e juros nas mínimas históricas deve beneficiar principalmente empresas ligadas ao consumo – como varejistas, operadoras de saúde e de viagens -, além das incorporadoras, que devem se aproveitar do fim de um longo período de crise do mercado imobiliário.

A perspectiva para a bolsa é, em geral, bastante positiva. A negociação tem variado nos últimos tempos pela faixa próxima dos 108 mil pontos. Porém, as principais casas de análises dão conta de que a bolsa deve atingir a faixa entre 120 mil e 140 mil pontos, no próximo ano. Com tudo isso, o momento atual parece ser bastante propício para investir mais em venda variável. Para quem já não está fazendo isso.

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