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SÃO PAULO – É fato que a internet abrange um público cada vez maior e mais exigente. Passada a empolgação causada pela “novidade”, hoje os usuários visitam os sites com o olhar muito mais crítico, em busca de algo que realmente agrade.
Por esta razão, o desafio está em reter estes leitores, levando-os a clicar em mais e mais links. A afinidade com o site deve levá-lo à fidelização. Simples para quem vê, complicado para quem fica com o desafio de inovar sempre, aliando ao site um visual bonito, atraente e prático para a leitura. Aí entra o papel do webdesigner, que nem sempre é conhecido pelo nome, mas pela sua “obra de arte”.
Busque seu diferencial
O mercado de trabalho para a carreira, atualmente, é controverso. Relativamente nova, a profissão é colocada entre as mais promissoras do mundo digital. Porém, em razão da grande procura pela área, a concorrência é crescente.
Quem quer ingressar nesta área, portanto, deve estar preparado. Espaço existe, já que o cargo continua bastante valorizado dentro das agências de publicidade, portais e empresas especializadas na área. Porém, diante da grande oferta de profissionais, o mercado procura candidatos talentosos, atualizados e que entendam mesmo do assunto!
Como reflexo desta realidade, o número de cursos técnicos e profissionalizantes também cresceu. A indicação, neste caso, é “se armar” diante da concorrência, partindo em busca do diferencial e da qualidade dos seus conhecimentos. Ou seja, a formação conceitual sólida é recomendada.
Os meios para atingir este objetivo são vários. No quesito universidade, o estudante pode optar pelos cursos tradicionais de Informática, ou partir para as áreas de Desenho Industrial, Publicidade e Propaganda ou Artes Plásticas, que lhe oferecem conhecimentos mais abrangentes.
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Neste universo, o estudante terá contato com algumas disciplinas como: Desenho de Observação, Fotografia, Perspectiva, História do Desenho Industrial e da Arte, Computação Gráfica, Matemática e Resistência de Materiais.
Paralelamente, o futuro profissional deve aprender a utilizar ferramentas de tratamento de imagens e programação em HTML, entre elas Photoshop, Fireworks, Dreamweaver e Flash (animação gráfica). O inglês fluente ajudará também a abrir grandes portas.
Criatividade em alta
Além do embasamento teórico e do conhecimento técnico, um outro ponto é indispensável ao webdesigner: seu poder de criação. O profissional deve buscar a inovação, antenado sempre nas novas tendências. Afinal, sua missão é oferecer um produto funcional, com conteúdo interessante e visualmente agradável. Seu senso estético também fará a diferença.
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Agora, quem pensa que o sucesso virá no trabalho individual, está bastante enganado. O resultado final depende da atividade em equipe. Afinal, para a construção de um site, várias áreas estão envolvidas (conteúdo e publicidade, por exemplo), e o webdesigner deve manter um bom contato com todas elas.
Webdesigner ou webmaster
Dependendo do local e da sua especialização, você poderá acumular as duas funções. Isso acontece, por exemplo, nas pequenas empresas, que precisam ter seus portais, mas a um custo bastante reduzido.
Vale lembrar, porém, que as diferenças entre as funções existem. Enquanto o webdesigner cuida da criação e do conteúdo do site, o webmaster é o profissional encarregado pelo funcionamento diário deste portal. Por isso, geralmente possui uma formação mais direcionada à área de exatas, com conhecimentos técnicos de redes, hardware e linguagens de programação.
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A tendência é que, quanto maior a estrutura do site ou da intranet, mais claras fiquem estas funções dentro de uma empresa.