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SÃO PAULO – O risco-Brasil terminou com forte avanço de 11 pontos nesta sexta-feira (23), cotado a 431 pontos. O clima de instabilidade predominou na renda variável nesta sessão. Em meio às referências econômicas ruins e aos resultados corporativos aquém das expectativas, as bolsas externas oscilaram entre ganhos e perdas.
A divulgação de recuo de 44% no lucro líquido do conglomerado General Electric e o prejuízo acima do previsto reportado pela fabricante de chips AMD ficaram com o destaque na esfera corporativa. No plano econômico, a Grã-Bretanha entrou em recessão pela primeira vez desde 1991, segundo dados publicados a respeito dos últimos três meses de 2008.
Mesmo com o clima de instabilidade nos mercados, o preço dos Treasuries fechou com recuo e os títulos da dívida externa brasileira contrariaram esse movimento. Vale lembrar que a relação entre a variação dos papéis do Tesouro norte-americano e a dos Globais determina o indicador risco-Brasil.
Global 40 sobe
O principal título da dívida externa brasileira, o Global 40, fechou com alta de 0,04% nesta sexta-feira, cotado a 124,05 centavos de dólar.
O indicador de risco-Brasil calculado pelo conglomerado norte-americano JP Morgan terminou a 431 pontos-base, alta de 11 pontos em relação ao fechamento anterior.
Confira abaixo a cotação do principal ativo da dívida externa brasileira:
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| Ativo | Último | Anterior | Var % |
| Global 40 | 124,05 | 124,00 | +0,04 |