Veste (VSTE3), dona da Le Lis Blanc, sai do prejuízo e lucra R$ 6,6 milhões no primeiro trimestre

A receita líquida subiu 13,9% na mesma base de comparação, para R$ 265,17 milhões.

Equipe InfoMoney

Fachada de loja Le Lis Blanc, que faz parte da ex-Restoque, atual Veste (VSTE3) (Foto: Divulgação)

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A Veste (VSTE3), dona das marcas Le Lis Blanc, Dudalina, Rosa Chá, John John, entre outras, saiu do prejuízo de R$ 59 milhões dos primeiros três meses do ano passado e fechou o primeiro trimestre de 2023 (1T23) com lucro de R$ 6,57 milhões.

A receita líquida subiu 13,9% na mesma base de comparação, para R$ 265,17 milhões. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) avançou 61,4%, para 47,69 milhões.

Assim, a margem Ebitda subiu 5,3 pontos percentuais (p.p.), para 18%.

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O faturamento bruto totalizou R$ 321,3 milhões no período, +13,2% versus o 1T22, com aumento de 27,9% de vendas a preço cheio nesse período.

O lucro bruto foi de R$ 169,8 milhões com margem bruta de 64,0%, aumento de 27,2% e 6,7 p.p., respectivamente. “Obtivemos essa melhora na margem devido, principalmente, ao período reduzido de liquidação ao longo desse trimestre e à contração de vendas no Canal Outlets de -9,7%, reduzindo a participação no mix de vendas da companhia e em linha com a estratégia de foco nas vendas a preço cheio e maior aproveitamento das coleções”, destaca a empresa no release de resultados.

A base ativa de clientes encerrou o trimestre com um número de 586 mil, variação positiva versus o 1T22 de 1,0%, a despeito da redução da base de lojas de 12,2% ante o mesmo período de 2022. Além disso, observa-se a manutenção da frequência dos clientes atuais e maior gasto médio anual, com +17% versus o 1T22.

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O ganho de clientes multicanal subiu 12,9%, o aumento de clientes com compra online em 4,0%. A frequência dos clientes multicanal foi 3 vezes maior que o monocanal.

A companhia encerrou o primeiro trimestre de 2023 com 182 lojas, sendo 173 lojas monomarca a preço cheio e 9 lojas outlets.

A dívida líquida ao final do 1T23 era de R$ 86,4 milhões.

Os investimentos no período totalizaram R$ 29,9 milhões, aumento de 11,3% versus o 1T22. “A companhia segue reinvestindo em tecnologia e modernizando seu parque de lojas”, destacou.