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Vendo rebaixamento como inevitável, governo usa ajuste para evitar viés negativo da Moody’s

Tarefa de convencimento não será fácil, diz Valor citando pessoas não identificadas, que atribuem situação ao cenário político que dificulta aprovação das medidas do ajuste e o baixo crescimento econômico

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(Bloomberg) — Equipe econômica, convencida de que rebaixamento do rating pela Moody’s é inevitável, aposta nas medidas de ajuste fiscal para impedir que downgrade venha acompanhado de viés negativo, segundo reportagem do Valor Econômico, sem dizer onde obteve a informação. 

  • Tarefa de convencimento não será fácil, diz Valor citando pessoas não identificadas, que atribuem situação ao cenário político que dificulta aprovação das medidas do ajuste e o baixo crescimento econômico
  • Técnicos da Moody’s chegam nesta quarta-feira ao País para revisão anual das finanças
  •  Moody’s/Leos: Guinada do Brasil ainda não está à vista
    • Moody’s colocou rating Baa2 do Brasil em perspectiva negativa em set/2014
    • É improvável que agência faça mudança no rating antes da visita ao país no 3º trimestre, disse Leos em 3/junho 
  •  Revisão do rating do Brasil pode ocorrer até abril/2016, disse em maio Rafael Guedes, diretor da Fitch no Brasil
    • Fitch mudou perspectiva soberana do Brasil para negativa em abril; Brasil está 2 níveis acima de junk, na escala da agência. 
  •  Reversão de desonerações e corte de gastos do governo afetam o crescimento econômico e estão dificultando os esforços para atingir a meta de superávit primário, disse em maio Roberto Sifon-Arevalo, diretor-gerente de Finanças Públicas Internacionais e Soberana da S&P
  • S&P citou fraqueza fiscal quando cortou rating do Brasil no ano passado
    • Manteve Brasil no nível mais baixo da escala de grau de investimento com perspectiva estável em março

Matéria escrita por Leonardo Lara

Esta matéria foi publicada em tempo real para assinantes do serviço BloombergaProfessional.

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