Valid, Terra Santa, Ferbasa, Dexxos e Technos divulgam balanços; confira

Valid registrou lucro líquido de R$ 55,7 milhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 24,3% em relação ao mesmo período de 2025

Felipe Moreira

Ativos mencionados na matéria

Temporada de balanços e resultados. (Imagem gerada com auxílio de IA/Rodrigo Petry)
Temporada de balanços e resultados. (Imagem gerada com auxílio de IA/Rodrigo Petry)

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A Valid registrou lucro líquido de R$ 55,7 milhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 24,3% em relação ao mesmo período de 2025, pressionada principalmente pelo aumento das despesas com imposto de renda e contribuição social.

O lucro antes de juros e impostos (Ebit) somou R$ 83,2 milhões no trimestre, recuo de 23% na comparação anual. A margem Ebit caiu para 18,6%, retração de 3 pontos percentuais frente aos 21,6% registrados um ano antes.

A receita operacional líquida atingiu R$ 447 milhões, queda de 10,7% na base anual. Apesar da retração da receita, o resultado bruto avançou 2,7%, para R$ 173 milhões, com expansão da margem bruta para 38,7%, ante 33,6% no primeiro trimestre de 2025, refletindo maior eficiência operacional e redução de custos.

Os custos recuaram 17,5% na comparação anual, para R$ 274 milhões. Já as despesas com vendas cresceram 6,9%, enquanto as despesas gerais e administrativas caíram 15,4%.

A companhia também registrou piora nas outras receitas e despesas não operacionais, que passaram de receita de R$ 26,3 milhões no primeiro trimestre de 2025 para despesa de R$ 5,8 milhões no mesmo período deste ano. No resultado financeiro, as receitas financeiras cresceram 115,5%, enquanto as despesas financeiras avançaram 23,4%.

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Dexxos (DEXP3)

A Dexxos reportou lucro líquido ajustado de R$ 51,3 milhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 132,4% em relação ao quarto trimestre de 2025, refletindo melhora operacional e expansão de margens.

O Ebitda ajustado totalizou R$ 58,5 milhões, crescimento de 62,1% na comparação trimestral, com margem Ebitda de 15,1%, avanço de 6,5 pontos percentuais.

A receita líquida somou R$ 386,9 milhões no trimestre, queda de 7,8% frente ao quarto trimestre de 2025. Apesar da retração das vendas, a companhia apresentou expansão relevante da rentabilidade, com lucro bruto de R$ 85,6 milhões, alta de 33,5%, e margem bruta de 22,1%, avanço de 6,9 pontos percentuais.

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Terra Santa (LAND3)

A Terra Santa registrou lucro líquido de R$ 8,3 milhões no primeiro trimestre de 2026, queda de 14,4% em relação ao mesmo período de 2025.

O resultado foi impactado negativamente pelo desempenho financeiro, com efeito negativo de R$ 1,7 milhão, refletindo receitas e despesas financeiras. Além disso, o resultado operacional sofreu pressão do aumento das despesas administrativas, parcialmente compensado pelo crescimento do lucro bruto.

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Technos (TECN3)

A Technos reportou lucro líquido de R$ 6,5 milhões no primeiro trimestre de 2026, alta de 44,6% em relação ao mesmo período do ano passado, impulsionada pelo crescimento das vendas e melhora operacional.

O Ebitda ajustado somou R$ 14 milhões, avanço de 16,4% na comparação anual. A companhia também apresentou expansão da rentabilidade operacional ao longo do trimestre.

A receita líquida atingiu R$ 91,2 milhões, crescimento de 5,3% na base anual, enquanto o lucro bruto totalizou R$ 48,9 milhões, alta de 5,7%.

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As despesas com vendas, gerais e administrativas (SG&A) cresceram 7,6% frente ao primeiro trimestre de 2025, para R$ 39,7 milhões.

Ferbasa (FESA4)

A Ferbasa registrou prejuízo líquido de R$ 2,4 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo lucro de R$ 24,2 milhões apurado no mesmo período de 2025. O desempenho foi pressionado pela queda da receita e pela redução da geração operacional de caixa.

O Ebitda ajustado somou R$ 44,1 milhões, recuo de 27,8% na comparação anual, com margem Ebitda de 8,7%, queda de 2,4 pontos percentuais frente aos 11,1% registrados um ano antes.

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A receita líquida totalizou R$ 506,4 milhões no trimestre, baixa de 7,9% na comparação anual. O custo dos produtos vendidos caiu 3,6%, para R$ 458,6 milhões, mas a relação entre custos e receita avançou para 90,6%, ante 86,5% no primeiro trimestre de 2025.