Vale (VALE3) cancela ações em tesouraria, Oi (OIBR3) fecha acordo com grupo de credores e mais notícias

Confira os principais destaques do noticiário corporativo desta sexta-feira

Felipe Moreira

Logo da Vale (Foto: Divulgação)

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O radar corporativo desta sexta-feira (3) traz o Itaú Unibanco (ITUB4) que iniciou estudo sobre uma oferta de aquisição da totalidade das ações do Itaú CorpBanca.

Já a mineradora Vale (VALE3) aprovou cancelamento de 239,88 milhões de ações ordinárias de sua emissão.

A Oi (OIBR4; OIBR3) chegou a acordo com grupo de credores detentores de Senior PIK Toggle Notes.

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A Caixa Seguridade (CXSE3) teve lucro recorrente de R$ 752,9 milhões no 4º trimestre de 2022, alta de 38% na base anual e propôs pagar R$ 1,5 bilhão em dividendos.

A Grendene (GRND3) lucrou R$ 202,6 milhões no quarto trimestre de 2022, queda de 12% na comparação ano a ano.

O Grupo SBF (SBFG3), dono da Centauro, registrou lucro líquido de R$ 140,7 milhões no quarto trimestre de 2022 (4T22), montante 51,2% inferior ao reportado no mesmo intervalo de 2021.

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Confira mais destaques:

Itaú Unibanco (ITUB4)

O Itaú iniciou estudo de oferta pública de aquisição (OPA) de até a totalidade das ações do Itaú CorpBanca, no qual detém atualmente 65,62% do seu capital social total e votante.

O valor a ser ofertado por ação do Itaú CorpBanca será de dois pesos chilenos, que equivale a um prêmio de aproximadamente 10% sobre o valor por ação conforme a cotação média na Bolsa de Santiago dos últimos 60 pregões.

A OPA deve ser feita neste primeiro semestre, concomitantemente no Chile e EUA.

Vale (VALE3)

O Conselho de Administração da Vale (VALE3) aprovou cancelamento de 239,88 milhões de ações ordinárias da empresa.

O cancelamento ocorrerá sem redução do valor do capital social e representa 72,5% do total de ações em tesouraria existentes até 31 de janeiro.

Oi (OIBR4; OIBR3)

A Oi (OIBR4; OIBR3) chegou a acordo com grupo de credores representando a maioria dos detentores de 10%/12% Senior PIK Toggle Notes com vencimento em 2025 emitidas pela Oi, em 27 de julho de 2018.

A proposta de reestruturação também contempla um potencial financiamento extraconcursal, em favor da companhia, na modalidade “debtor-in-possession”, conforme admitido pela LRF, no valor de US$ 275 milhões (Financiamento DIP).

Aegea (AEGP23)

Aegea (AEGP23) aprovou a 13ª emissão de debêntures, em série única, de até R$ 600 milhões.

BTG Pactual (BPAC11)

O Banco BTG Pactual contratou Fábio Faria, ex-ministro das Comunicações de Jair Bolsonaro, para gerente sênior de relacionamento no banco, com sede em São Paulo. O ex-ministro foi liberado de cumprir o período de quarentena pela Comissão de Ética Pública da Presidência da República.

CCR (CCRO3)

A Justiça homologou acordo do fim do contrato de concessão entre a Barcas, controlada direta da CCR (CCRO3), e governo do Rio Janeiro.

Gafisa (GFSA3)

A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) rejeitou, por unanimidade, recurso da construtora contra decisão da Superintendência de Relações com Empresas (SEP), que apontou irregularidades nas condições de aumento de capital da companhia.

Grendene (GRND3)

A Grendene (GRND3), dona das marcas Melissa, Rider e Ipanema, teve lucro líquido de R$ 202,6 milhões no quarto trimestre de 2022, com queda de 12,1% em relação a igual período do exercício anterior, quando a companhia de calçados lucrou R$ 230,6 milhões.

No trimestre encerrado em dezembro de 2022, a Grendene obteve R$ 763,7 milhões em receita líquida, ante R$ 789,8 milhões do exercício anterior, uma queda de 3,3%. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, em inglês) foi 23,5% menor, alcançando R$ 149,2 milhões.

Caixa Seguridade (CXSE3)

O Grupo SBF (SBFG3), dono da Centauro, registrou lucro líquido de R$ 140,7 milhões no quarto trimestre de 2022 (4T22), montante 51,2% inferior ao reportado no mesmo intervalo de 2021.

O lucro contábil, por sua vez, foi de R$ 948,8 milhões no período, montante 73,9% superior ao reportado no mesmo intervalo de 2021, informou a companhia nesta quinta-feira (2). A companhia teve um ganho de capital de R$ 195,8 milhões na alienação de investimentos, o que explica a diferença.

Grupo SBF (SBFG3)

O Grupo SBF (SBFG3), dono da Centauro, registrou lucro líquido de R$ 140,7 milhões no quarto trimestre de 2022 (4T22), montante 51,2% inferior ao reportado no mesmo intervalo de 2021.

“A queda do lucro é explicada pelo aumento de despesas operacionais, pelo aumento das despesas financeiras e por uma base de comparação no imposto de renda de 2021 beneficiada pelo reconhecimento de R$ 185,9 milhões de imposto de renda diferido extemporâneo que se encontrava fora do balanço”, explica a empresa.

O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) totalizou R$ 272,9 milhões no 4T22, um crescimento de 9,3% em relação ao 4T21.

Alupar (ALUP11)

A Alupar (ALUP11), empresa de transmissão e geração de energia, reportou lucro líquido regulatório de R$ 159,5 milhões no quarto trimestre de 2022, com alta de 11% em relação a igual período do exercício anterior.

Vale destacar que, no setor de energia, os indicadores “regulatórios” são os mais relevantes para gestores e analistas, uma vez que a avaliação é que estes capturam de maneira mais precisa os investimentos e as receitas obtidas pela operação, em detrimento aos números contábeis (IFRS).

Sob este contexto, a receita líquida regulatória da Alupar no trimestre chegou a R$ 759,8 milhões, crescimento de 11,8% em relação ao quarto trimestre de 2021. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, em inglês) somou R$ 617,3 milhões no período, com acréscimo de 4%.

Ouro Fino Saúde Animal (OFSA3)

A Ouro Fino Saúde Animal (OFSA3) obteve lucro líquido ajustado de R$ 46,3 milhões no quarto trimestre de 2022 (4T22), montante 21,1% superior ao reportado no mesmo intervalo de 2021.

A empresa explica que a melhora do lucro se deve ao “crescimento das receitas, da diluição das despesas gerais e administrativas que absorveram em partes o impacto negativo do resultado financeiro em função do aumento das taxas SELIC/CDI e TJLP”.

O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado totalizou R$ 69,6 milhões no 4T22, um crescimento de 49,4% em relação ao 4T21.

PagSeguro (PAGS34)

A PagSeguro (PAGS34) reportou lucro líquido ajustado de R$ 411 milhões no quarto trimestre de 2022 (4T22), um crescimento de 23% sobre o mesmo período de 2021.

O lucro por ação (EPS, na sigla em inglês) foi de R$ 1,24 no 4T22, um avanço de 36% sobre o mesmo trimestre de 2021.

O lucro antes juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) somou R$ 788 milhões, alta de 29% na comparação com igual etapa de 2021.

Grupo GPS (GGPS3)

O Grupo GPS (GGPS3) registrou lucro líquido de R$ 203 milhões no quarto trimestre do ano passado contra R$ 143 milhões obtidos no mesmo período do ano anterior, tendo uma alta de 42%.

Zamp, dona da Burger King (ZAMP3)

A Zamp, dona da Burger King (ZAMP3), reportou lucro líquido de 42 milhões no quarto trimestre de 2022 (4T22), alta de 78% frente os R$ 23,6 milhões do quarto trimestre de 2021.

Já a receita líquida subiu 15,2% ao alcançar R$ 1 bilhão contra os R$ 912 milhões do quarto trimestre de 2021.

Arezzo&Co (ARZZ3)

A Arezzo&Co (ARZZ3) foi a um dos epicentros da moda de luxo na Europa para realizar seu primeiro M&A internacional. A companhia de Alexandre Birman vai pagar 25 milhões de euros – algo próximo a R$ 135 milhões – pelo controle da italiana Paris Texas, uma marca de sapatos femininos fundada em 2015 em Milão.

Do total, 10 milhões de euros serão destinados caixa da Paris Texas para financiar sua expansão, em especial no mercado dos Estados Unidos. Outros 15 milhões de euros vão para os fundadores Annamaria Brivio e Massimo Baltimora, que permanecem com 35% do negócio e seguirão à frente da operação.

O valor do M&A representa múltiplos de 1,9 vez a receita da Paris Texas em 2022 e 11 vezes lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, em inglês). O desembolso do capital será imediato por parte da Arezzo.

Americanas (AMER3)

Os bancos credores da Americanas  receberam um aceno de capitalização de R$ 10 bilhões na companhia, montante que abre espaço para negociação entre as partes pela primeira vez desde o início da crise na varejista, disse o jornal Valor Econômico na quinta-feira, citando fontes não identificadas.

Apesar do aceno, parte dos credores acredita que a empresa precisará de mais recursos, de cerca de R$ 12 bilhões de capitalização pelos acionistas de referência da varejista, segundo o jornal.