Tempo real

Vale sobe após dividendos, Petrobras avança e PDG desaba 44% no ano

Acompanhe aqui a atualização dos principais destaques da Bolsa nesta segunda-feira

11h34: PDG Realty (PDGR3, R$ 0,48, -7,69%)
As ações da PDG seguem em queda livre na Bolsa. Essa é a sétima baixa em oito pregões do papel e no ano eles acumulam desvalorização de 44,19%. O movimento ocorre diante de perspectivas negativas que se concretizaram com os dados operacionais da incorporadora no quarto trimestre, que mostraram fraco desempenho operacional, comentou a Citi Corretora, que reiterou recomendação de venda para as ações. Além disso, pressionam os papéis rumores de que a companhia estaria tendo dificuldades nas negociações com credores em relação às suas dívidas, embora a própria empresa tenha dito que está em negociações avançadas com os credores para equacionamento das “eventuais necessidades de rolagem de dívida a partir de março”.

11h32: Petrobras (PETR3, R$ 8,13, +1,12%; PETR4, R$ 8,27, +1,10%)
Depois de subirem quase 5% nesta sessão, as ações da Petrobras amenizam o movimento mas ainda sustentam alta após forte derrocada nos últimos três pregões, quando caíram 19%. O desempenho acompanha a arrancada dos preços do petróleo nos minutos finais do pregão de sexta-feira, de cerca de 8%, no melhor pregão desde 2012. Hoje, os preços da commodity seguem em alta. O movimento acompanha um relatório semanal da Baker Hughes sobre o número de plataformas e poços em operação nos Estados Unidos. O informe diz que havia 1.223 plataformas de petróleo em operação nesta semana, menor número em 2 anos, com queda de 94, ou 7%, em relação à semana passada. Em comparação com a mesma semana de 2013, a queda no número de plataformas em operação foi de 199. 

Apesar do desempenho da commodity, analistas lembram que a situação da companhia segue se deteriorando, citando ainda receio com uma possível perda do grau de investimento.

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10h52: Bancos
O Deutsche Bank cortou o preço-alvo dos ADRs (American Depositary Receipts) do setor financeiro, citando potencial de aumento das provisões de perdas com empréstimos na América Latina. O Itaú Unibanco (ITUB4, R$ 33,27, +1,17%) teve o preço-alvo cortado de US$ 19 para US$ 15; o Bradesco (BBDC4, R$ 34,05, +0,95%), de US$ 17 para US$ 14; e o Santander (SANB11, R$ 12,53, +0,64%), de US$ 6 para US$ 4. O banco reduziu ainda a recomendação do Santander de manutenção para venda, enquanto reiterou “compra” do Itaú e “manutenção” do Bradesco. 

10h44: Gol (GOLL4, R$ 11,81, -3,36%
As ações da Gol caem pelo terceiro pregão seguido. Embora a queda do dólar frente ao real contribua para a companhia, que tem seus custos atrelados à moeda, a forte recuperação dos preços do petróleo trazem apreensão lá fora. Na última sexta-feira, a commodity disparou 8% e hoje sobem cerca de 2%.  

10h15: Ser Educacional (SEER3, R$ 13,85, -2,59%)
A Ser Educacional informou nesta manhã que concluiu a aquisição de 100% da Universidade Guarulhos. Essa é a primeira alta da ação depois de três quedas seguidas. 

10h05: Vale (VALE3, R$ 18,90, +1,56%; VALE5, R$ 16,70, +0,97%)
Na contramão do preço do minério de ferro, as ações da Vale sobem hoje após a mineradora ter anunciado na noite de sexta-feira que cortou pela metade seus dividendos de 2015, frente 2014, passando de US$ 4,2 bilhões para US$ 2 bilhões. Segundo o BTG Pactual, a companhia está se movendo na “direção certa” ao fazer essa redução nos proventos. A recomendação do banco para o papel segue neutra, mas o preço-alvo dos ADRs (American Depositary Receipts) caiu de US$ 12 para US$ 10.