Vale eleva previsão de fatia da VBM no Ebitda de 2026 para 28%

Mineradora ‌afirmou que ​essa estimativa considera, como premissas principais, ⁠os ​preços ​médios de cobre, níquel ⁠e ​ouro em 2026

Reuters

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Divulgação/Vale
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SÃO PAULO, ⁠9 ⁠Jun (Reuters) – A Vale elevou a previsão de contribuição de sua subsidiária Vale Base Metals (VBM) para seu Ebitda consolidado de 2026 para 28%, ante 26% na expectativa anterior, em meio a preços mais altos de cobre, níquel e ouro, informou a mineradora nesta terça-feira.

A nova estimativa para 2026 considera como principais premissas os preços médios dessas commodities, com base no consenso de analistas sell-side disponível em maio, segundo a empresa.

Para o longo prazo, a empresa manteve a expectativa de maior diversificação do Ebitda, com a VBM podendo representar de 30% a 35% do indicador, refletindo o crescimento do negócio de metais básicos e sua expansão dentro do portfólio da companhia.

Em 2025, a VBM representou 22% do Ebitda da Vale, quando esse indicador registrou um salto em relação a 2024 (10%).

“A administração da Vale vê um potencial de valorização significativo para a VBM — ouvimos essa mensagem muitas vezes ao longo dos anos — mas, em nossa opinião, ela parece muito mais crível hoje, considerando as recentes melhorias de desempenho, além do cenário de melhores preços dos metais…”, afirmou o Citi em nota, após uma apresentação feita pela companhia.

A Vale tem reforçado que a unidade de metais básicos representa um dos principais vetores de crescimento, com planos de aumento de produção de cobre e níquel e expansão de projetos de baixo capital e alto retorno.

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Segundo a apresentação a investidores, a estratégia da companhia inclui ampliação de capacidade, eliminação de gargalos e avanço de projetos de cobre, com potencial de elevar a produção para cerca de 700 mil toneladas anuais até 2035, além de ganhos estruturais de produtividade ao longo da cadeia.

Em 2026, a projeção de produção de cobre está entre 350 mil e 380 mil toneladas.

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