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SÃO PAULO (Reuters) – A Vale (VALE3) afirmou nesta sexta-feira que não foi citada pelo Poder Judiciário a respeito da ação movida pela Advocacia-Geral da União (AGU) relacionada a suposta exploração irregular da Mina do Tamanduá (MG).
Em comunicado ao mercado, a mineradora disse que tomou conhecimento pela imprensa da ação, no valor de aproximadamente R$2 bilhões, e que “vai apresentar sua manifestação ao juízo competente em momento oportuno”.

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Segundo comunicado da AGU na véspera, a ação cobra da Vale R$2 bilhões por danos causados ao patrimônio público.
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A AGU afirmou que a área ocupada indevidamente corresponde a aproximadamente 66,5 mil metros quadrados de terreno pertencente à União e reservado para a instalação de um mineroduto operado pela Vale.
“Embora a empresa tenha autorização para utilizar o local com essa finalidade, a lavra mineral na região é proibida”, disse a AGU, acrescentando que análises do Serviço Geológico do Brasil (CPRM) comprovaram a ocorrência de extração de minério na área.