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SÃO PAULO – Como já discutimos anteriormente, o uso indevido da internet por funcionários custa caro para as empresas. Estudo elaborado pelo site norte-americano Salary.com, constatou que, nos EUA, a perda com o uso ineficiente da internet por funcionários chega a US$ 759 bilhões por ano!
Mas, os problemas não terminam por aí. Levantamento feito pela consultoria Sophos constatou que 79% dos profissionais responsáveis pelos sistemas de informações das empresas acreditam que o uso irresponsável da internet pelos funcionários coloca as empresas em risco.
Além das perdas, responsabilidade!
O levantamento constatou que, apesar das instruções dadas pelos profissionais da área ao resto da equipe de funcionários, os casos de abertura de e-mails indevidos e anexos desconhecidos continuam crescendo.
Além de colocar em risco a empresa, o uso incorreto da web pode acabar levando a empresa a ser responsabilizada por práticas indevidas dos seus funcionários. Assim, por exemplo, um funcionário que, durante a sua permanência no escritório, acessar sites proibidos, ou enviar e-mails ilegais, pode acabar comprometendo a empresa. Isso porque é a ela que pertence o IP (internet protocol) usado.
Confira os 7 pecados capitais
Para ajudar as empresas a combater esse problema, o estudo da Sophos identificou os sete pecados capitais no que se refere ao uso indevido da web no escritório, são eles:
- Abrir documentos anexados;
- Clicar em mensagens não solicitadas;
- Abrir programas com brincadeiras enviados por amigos fora do escritório;
- Visitar sites pornôs ou de conteúdo ilícito;
- Instalar programas não autorizados ou complementos do navegador web;
- Enviar informações pessoais a desconhecidos por e-mail;
- Uso e compartilhamento da mesma senha em várias páginas da web.
Conduzido no Reino Unido, o estudo da Sophos constatou que, apesar de informados dos riscos de suas ações, os funcionários defendem que os profissionais responsáveis pelo uso indevido da web sejam oficialmente informados dos riscos a que estão expondo as empresas. Caso haja reincidência da prática, aí sim eles defendem a demissão do profissional. Porém, para 10% dos entrevistados, já existe informação suficiente sobre o tema, de forma que os profissionais envolvidos devem ser demitidos imediatamente.