Tempo Real

Usiminas ON dispara 14%, Petrobras dispara 4% e Alpargatas salta 6% com venda de ações

Confira os principais destaques de ações da Bovespa nesta segunda-feira

11h31: Petrobras (PETR3, R$ 9,50, +3,83%; PETR4, R$ 7,90, +1,67%) 
As ações da Petrobras amenizam um pouco os ganhos depois de ter subido 6,7% nesta manhã, no caso das ordinárias. Os papéis acompanham o dia positivo na Bovespa e são puxados pelos preços do petróleo no mercado internacional. O petróleo Brent, usado como referência pela estatal, subia 2,2%, a US$ 49,19 o barril. Em cinco dias, as ações já disparam 25%. 

11h10: Oi (OIBR4, R$ 3,18, +8,16%)
A Oi comunicou que vai converter 66,84% de suas ações preferenciais em ordinárias. A companhia estima que em 9 de outubro os papéis preferenciais existentes na carteira de conversão serão convertidos em ordinários nas contas de custódia dos acionistas solicitantes mantidas na BM&FBovespa ou no Banco do Brasil; e a partir de 13 de outubro as ordinárias resultantes da conversão poderão ser negociadas na BM&FBovespa. 

Segundo o Itaú BBA, é mais um acontecimento no plano da Oi para melhorar a governança corporativa. “A conversão de ações transfere liquidez às ações ON, que implica uma melhor governança e traz a Oi para mais perto de atender a regra ‘uma ação, um voto’ exigida pelo Novo Mercado”, disseram os analistas.

10h48: Vale e siderúrgicas
As ações da Vale (VALE3, R$ 18,36, +3,03%; VALE5, R$ 14,83, +2,56%), Bradespar (BRAP4, R$ 8,94, +1,59%), holding que detém participação na mineradora, e as siderúrgicas Usiminas (USIM5, R$ 3,32, +5,06%), CSN (CSNA3, R$ 4,02, +6,35%) e Gerdau (GGBR4, R$ 5,80, +2,47%) disparavam hoje seguindo a alta dos preços das commodities nesta segunda-feira. Vale mencionar que as ações ordinárias da Usiminas operam hoje bem descoladas das preferenciais. Os papéis ONs disparam 14,15% nesta manhã, a R$ 9,44. 

O otimismo do mercado acompanha os dados da economia americana, com ênfase no Relatório de Emprego, consolidando a opinião de que o Federal Reserve deve ter mais paciência. 

10h21: Alpargatas e CPFL Energia
Segundo reportagem de O Estado de S. Paulo, o grupo Camargo Corrêa colocou à venda parte de seus negócios, entre eles a Alpargatas (ALPA4, R$ 7,19, +6,36%), dona da Havaianas, uma fatia da divisão de cimento InterCement e não descarta se desfazer da participação que tem na CPFL Energia (CPFE3, R$ 15,26, +1,46%). A participação da construtora na Alpargatas equivale, no mercado, a cerca de R$ 1,4 bilhão, enquanto na CPFL representa R$ 3,5 bilhões. 

De acordo com a reportagem, os recursos serão usados para reduzir seu endividamento e como reserva para pagamento de pesadas multas. A construtora, uma das 23 empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato, que investiga corrupção na Petrobras, fechou acordo de leniência (espécie de delação premiada de empresas) para devolver R$ 700 milhões aos cofres públicos.

Em comunicado divulgado nesta manhã, a Alpargatas disse que a Camargo Corrêa analisa oportunidades estratégicas. Segundo a companhia, oportunidades podem envolver alteração no controle da empresa. 

10h19: CCR (CCRO3, R$ 11,67, -1,21%)
A CCR anunciou a compra de 70% da empresa norte-americana de serviços aeroportuários Total Airport Services por US$ 21,7 milhões. Após o comunicado, a companhia aprovou redução de 35,5% no dividendo intermediário que havia sido anunciado pela companhia em agosto. Com a redução, o dividendo aprovado anteriormente de R$ 0,76 por ação cairá para cerca de R$ 0,49 por papel. O pagamento ocorre em 30 de outubro com base na posição acionária até esta sexta-feira. 

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Segundo o Bradesco BBI, a decisão sobre dividendos sugere que alteração do contrato para NovaDutra (no valor de cerca de R$ 2,3 bilhões) pode ser anunciada em breve e que gestão está mantendo disciplina financeira. 

Após a compra da prestadora norte-americana de serviços aeroportuários TAS, na sexta-feira, a CCR segue à espreita para possíveis novas oportunidades de aquisições no Brasil e no exterior, afirmaram executivos da companhia. “Não estamos fechados para avaliar novos negócios fora do Brasil”, disse à Reuters o diretor de Novos Negócios da CCR, Leonardo Vianna.

10h15: Anima (ANIM3, R$ 10,16, +4,53%)
A Anima vê suas ações dispararem após a companhia aprovar a recompra de até 3,65 milhões de ações ordinárias no período de 12 meses. O montante representa o equivalente a cerca de 10% das ações da companhia em circulação no mercado.     

10h11: Natura (NATU3, R$ 20,99, +4,95%)
As ações da Natura disparam 5% apesar de ter no radar um corte de preço-alvo pelos acionistas do Citi, de R$ 29 para R$ 21, devido ao crescimento mais lento da companhia e aumento do risco Brasil. A recomendação foi mantida em neutra.  

10h09: Souza Cruz (CRUZ3, R$ 26,66, -0,45%)
Souza Cruz informou nesta manhã que a British American Tobacco renunciou cláusula que condicionava à continuidade da OPA (Oferta Pública de Aquisição) das ações da companhia somente se dois terços dos acionistas aceitassem a operação. Pelo contrato atual, a BAT pode dar continuidade à oferta mesmo se atingir apenas um terço de aceitação dos acionistas. 

A data do leilão da OPA segue no dia 15 de outubro. Em 22 de setembro, a Souza Cruz disse que o novo preço da OPA passa a ser de R$ 27,20 por ação.

10h07: Exportadoras
As ações das exportadoras recuam hoje em meio à queda do dólar frente ao real. Nos destaques negativos, as empresas do setor de papel e celulose Fibria (FIBR3, R$ 53,47, -1,40%) e Suzano (SUZB5, R$ 18,74, -0,95%).  

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