Triunfo, Kora Saúde, Celesc e mais empresas divulgam resultados do 1T26

Azevedo & Travassos e Grazziotin também divulgaram balanços na sexta-feira

Felipe Moreira

Ativos mencionados na matéria

Temporada de balanços e resultados. (Imagem gerada com auxílio de IA/Rodrigo Petry)
Temporada de balanços e resultados. (Imagem gerada com auxílio de IA/Rodrigo Petry)

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A Triunfo (TPIS3) encerrou o primeiro trimestre de 2026 com prejuízo líquido de R$ 11,4 milhões, alta de 10,8% em relação às perdas registradas no mesmo período do ano passado.

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O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (EBITDA) ajustado somou R$ 45 milhões no trimestre, recuo de 25,7% na comparação anual.

Já a receita líquida ajustada caiu 31,8%, para R$ 136,2 milhões. O segmento de concessões rodoviárias registrou retração de 39,3% na receita, para R$ 98,5 milhões, enquanto a área de energia apresentou estabilidade, com avanço de 0,8%, para R$ 37,7 milhões.

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Celesc (CLSC4)

A Celesc (CLSC4) reportou lucro líquido de R$ 250,7 milhões no primeiro trimestre de 2026. A companhia também registrou EBITDA de R$ 534,1 milhões no período, enquanto a receita operacional líquida alcançou R$ 3,5 bilhões.

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A empresa destacou o reajuste tarifário anual do ciclo 2025/2026, com efeito médio de 13,53%, como um dos fatores de sustentação dos resultados. O PMSO, indicador que mede despesas gerenciáveis, totalizou R$ 340,4 milhões no trimestre.

Kora Saúde (KRSA3)

A Kora Saúde (KRSA3) ampliou o prejuízo líquido ajustado no primeiro trimestre de 2026, registrando perdas de R$ 111,5 milhões, ante prejuízo de R$ 66,2 milhões no mesmo período do ano anterior.

O EBITDA ajustado somou R$ 97,9 milhões, queda de 16,3% na comparação anual. A margem EBITDA ajustada recuou 5 pontos percentuais, para 15,9%, refletindo pressões operacionais e aumento de custos. A receita líquida, por outro lado, avançou 9,9%, alcançando R$ 615,7 milhões.

A companhia encerrou o trimestre com 1.792 leitos operacionais, crescimento de 4,1% em relação ao ano anterior. Apesar da expansão da receita e da capacidade operacional, o aumento das despesas pressionou a rentabilidade da rede hospitalar.

Azevedo & Travassos (AZEV4)

A Azevedo & Travassos (AZEV4) registrou prejuízo líquido de R$ 2,5 milhões no primeiro trimestre de 2026, em meio à pressão de despesas operacionais e ao resultado financeiro negativo.

O EBITDA ficou negativo em R$ 1,5 milhão no período. A companhia apurou receita líquida de R$ 1,1 milhão, enquanto o lucro bruto somou R$ 673 mil. O resultado operacional permaneceu negativo em R$ 3 milhões, refletindo a baixa diluição de custos e despesas administrativas de R$ 3,7 milhões.

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O resultado financeiro foi negativo em R$ 214 mil no trimestre.

PDG Realty (PDGR3)

A PDG Realty (PDGR3) reduziu em 85% o prejuízo líquido no primeiro trimestre de 2026, para R$ 15,1 milhões, ante perdas de R$ 100,8 milhões registradas um ano antes, em mais um sinal de avanço do processo de recuperação financeira da companhia.

A incorporadora também reportou lucro bruto positivo de R$ 1,5 milhão no período, com margem bruta de 21%. Segundo a empresa, o desempenho reflete melhora qualitativa na composição das receitas e maior controle sobre os custos de produção.

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Grazziotin (CGRA4)

A Grazziotin (CGRA4) registrou lucro líquido de R$ 5,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, avanço de 18% em relação ao mesmo período do ano anterior.

O EBITDA somou R$ 10,8 milhões, crescimento de 58,2% na comparação anual. A margem EBITDA avançou 3,86 pontos percentuais, para 9,23%. A receita líquida da varejista totalizou R$ 163 milhões, alta de 24,6% frente ao primeiro trimestre de 2025.

A margem bruta atingiu 47,27%, avanço de 2,2 pontos percentuais, indicando melhora de eficiência operacional e maior rentabilidade nas vendas. As despesas operacionais avançaram em ritmo inferior ao crescimento da receita, favorecendo a expansão das margens ao longo do trimestre.

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